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Diversidade Lingüística |
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ISSN1213-0180
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SÉRIE ACADÊMICA— TEXTOS PARA DISCUSSÃO Nº. 01 |
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I. INTRODUÇÃO
A língua é um elemento que está sempre mudando conforme vai se modificando os seus falantes, por isso, ela não é algo estagnado, parado, único. Vimos que todas as línguas, especificamente, a língua portuguesa é, na verdade, um conjunto de várias línguas. Ao contrário do que muitos afirmam, a língua portuguesa não é e nunca será uma língua pura, pois sua formação sofreu fortes influências de outras como o galego, o latim, etc.
O Brasil é um país que tem uma língua oficialmente reconhecida, que é a portuguesa, falada pela imensa maioria de seus habitantes, no entanto dentro dessa língua, nos deparamos com diversos falares. São falantes que se expressam de formas diferentes, utilizando outras linguagens, o que não deixa de fazer parte da língua portuguesa.
A linguagem é fator primordial no ato de comunicação entre os seres humanos e varia a depender de fatores externos e internos, ou seja, varia de região para região, de classe social, sexo, idade e época. Percebe-se, então, que correntes tradicionais da língua a tratam como algo intocável, pura, dando, assim, origem à chamada “norma padrão”.
Para que a norma culta da língua se tornasse conhecida, foram criadas as gramáticas tradicionais, que na verdade, nada mais é que um conjunto de regras, as quais devem ser rigorosamente cumpridas para que a linguagem “correta” se perpetue. Com essa visão, a linguagem que não fosse a “culta padrão”, não era considerada, ao contrário, era motivo de chacota, incapacidade e de ignorância.
Surge, assim, uma discussão acerca da língua como também suas diversas formas de expressão. Hoje, temos, por exemplo, uma luta muito forte entre gramáticos e lingüistas, pois estes vêem a língua de outra forma, com outros olhos. Estudam a linguagem e a sua relação com os fatos sociais. Para a lingüística, a língua não é dissociada da vida do falante, ela interfere em todo o seu contexto social.
A sociolingüística e a lingüística têm, cada vez mais, insistido na questão das variantes lingüísticas, levando o falante não só a reconhecê-las como parte da língua como também a respeitá-las, sem menosprezar nenhum tipo de variedade, o que muitas vezes tem gerado um complexo de inferioridade com relação ao falante, o afastando cada vez mais do conhecimento.
Portanto, é necessário que os educadores façam leituras acerca do tema diversidade lingüística a fim de compreenderem os fundamentos históricos e filosóficos, que compõem a língua. Com isso, entenderão que a língua é um sistema complexo e que sofre variações, as quais devem ser levadas em consideração no que diz respeito ao processo de produção do conhecimento.
II. A LÍNGUA PORTUGUESA – UMA LÍNGUA ÚNICA?
Sabemos que a língua portuguesa até hoje sustenta vários mitos baseados na gramática normativa, que prescreve normas únicas para se falar e escrever essa língua. Além disso, é descrita como uma língua superior. Essa crença tem gerado a construção de vários mitos e preconceitos lingüísticos, que tem atrapalhado o entendimento da língua enquanto instrumento democrático. Diante do exposto, relacionaremos alguns mitos acerca da língua portuguesa como também a sua desconstrução.
Mito 1
“A língua portuguesa falada no Brasil apresenta uma unidade surpreendente”.
Este mito impõe sua forma lingüística como sendo a única forma correta de falar a língua portuguesa, desrespeitando, assim, os aspectos individuais próprios do individuo tais como: origem geográfica, idade, situação socioeconômica e grau de escolaridade, podendo ser desconstruído com um trecho da música Ai D’ eu sodade (ABC do preguiçoso) cantada por Xangai:
Marido se alevanta e vai armá um mundé Pra pegá uma paca gorda pra nóis fazê um sarapaté aroeira é pau pesado num é minha veia cai e machuca meu pé e ai d’ eu sodade marido se alevanta e vai na casa da sua avó buscá pega e ispingarda dela procê caçá um mocó é que no lajedo tem cobra braba num é minha veia me pica e fica pió e ai d’ eu sodade...
Além desta música, que mostra uma grande diversidade e variabilidade lingüística, há outros exemplos que reforçam o quanto a língua portuguesa sofre variações com relação aos seus falantes. Vejamos :
Em são Paulo, as pessoas descem do ônibus. No Rio de janeiro, elas saltam do ônibus. A média na capital paulista é café com leite. Em Santos, média é um pãozinho. Em Itu, pãozinho é filão. O filão em São Paulo, capital, é um pão grande
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.É... esses bacana fica aí fazeno discurso dizeno que a situação tá feia. É... mas queria vê eles enfrentá um ônibus todo dia pra ir trabaiá. Queria vê eles ficá amassado que nem sardinha num ônibus com gente saino pelas janelas. Queria vê...
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ANTIGAMENTE, as moças chamavam-se mademoiselles e eram todas mimosas e muito prendadas. Não fazia anos: completavam primaveras, em geral dezoito. Os janotas, mesmo não sendo rapagões, faziam-lhes pé-de-alferes, arrastando a asa, mas ficavam longos meses debaixo do balaio. E se levavam tábua, o remédio era tirar o cavalo da chuva e ir pregar em outra freguesia. (...). ANTIGAMENTE, certos tipos faziam negócios e ficavam a ver navios; outros eram pegos com a boca na botija, contavam tudo tintim por tintim e iam comer o pão que o diabo amassou, lá onde Judas perdeu as botas. Uns raros amarravam cachorro com lingüiça. E alguns ouviam cantar o galo, mas não sabiam onde. (...). ANTIGAMENTE, os pirralhos dobravam a língua diante dos pais, e se um se esquecia de arear os dentes antes de cair nos braços de Morfeu, era capaz de entrar no couro. Não devia também se esquecer de lavar os pés, sem tugir nem mugir. Nada de bater na cacunda do padrinho, nem de debicar os mais velhos, pois levava tunda.(...) Carlos Drummond de Andrade
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Receita cazera minêra de:
Môi de repôi nu ái iói
INGREDIENTI:
5 denti di ái 3 cuié di oi 1 cabêss di repôi 1 cuié de mastumati Sá agosto
MODI FAZÊ
Casca o ái, Piva o ái i soca o ái cum sá. Quenta o oi na cassarola i foga o ái socado no oi quentim. Pica o repôi beeemmm finim. Foga o repôi no oi quentim junto cum o ái fogado. Põim a mastumati i mexi cum a cuié pra fazê o môi. Sirva cum róis i meléti. Isso é bom dimais da conta sô.
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É bem verdade que na boa cidade de são Paulo – a maior do universo, no dizer de seus prolixos habitantes – não sois conhecidas por “icamiabas” (...); e de vós, se afirma, cavalgardes ginetes belígeros e virdes da Hélaide clássica (...). Muito nos pesou a nós, Imperator vosso, tais dislates de erudição, porém heis de convir conosco que, assim, ficais mais heróicas e mais conspícuas, tocadas por essa pátina respeitável de tradição e de pureza antiga.
Mário de Andrade. Macunaíma
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Vancê pare um bocadinho: componha seus arreios, que a cincha está muito pra virilha. E vá pitando um cigarro, enquanto eu dou dois dedos de prosa àquele andante ... que me parece que estou conhecendo ... e conheço mesmo! ... É o índio Reduzo, que foi posteiro dos Costas, na estância do Ibicuí. " Simões Lopes Neto, Contos gauchescos e lendas do sul
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Mito 2
“Brasileiro não sabe português. Só em Portugal se fala bem português”.
Sabemos que a língua portuguesa originou-se da soma de várias culturas: africana, européia e indígena. Sendo assim, do ponto de vista lingüístico, a língua falada no Brasil tem suas próprias regras de funcionamento, diferentes das regras da língua falada em Portugal, como ilustra os textos abaixo em que duas mulheres – uma portuguesa e uma brasileira – falam com seus maridos.
ARitinha ainda está a dormir. Quando ela acordar, põe-lhe uma cueca e uma camisola. Depois dá-lhe um copo de leite e um bocado de carcaça. Se quiseres falar-me, liga para meu telemóvel.
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A Ritinha ainda está dormindo. Quando ela acordar, vista uma calcinha e uma blusa nela. Depois dê para ela um copo de leite e um pedaço de pão. Se quiser falar comigo, ligue pro meu celular.
Os dois textos mostram que as duas mulheres fazem uso da língua portuguesa, utilizando regras diferenciadas da gramática, porém falam a mesma coisa, o mesmo assunto. Vejamos mais alguns exemplos de alguns vocábulos falados no Brasil e em Portugal.
Mito 3
“Português é muito difícil”.
O que faz as pessoas afirmarem que o português é difícil são as inúmeras regras e normas trazidas pela gramática tradicional. Nesse entendimento, o poema “Aula de Português” de Drummond retrata bem essa afirmação.
Aula de Português A linguagem na ponta da língua, tão fácil de falar e de entender A linguagem na superfície estrelada de estrelas, sabe lá o que ela quer dizer? Professor Carlos Góis, ele é quem sabe, e vai desmatando o amazonas de minha ignorância. Figuras de gramática, esquipáticas, atropelam-me, aturdem-me, seqüestram-me. Já esqueci a língua em que comia, em que pedia para ir lá fora, em que levava e dava pontapé, a língua, breve língua entrecortada do namoro com a prima. O português são dois; o outro, mistério.
Portanto, todo falante nativo de uma língua sabe essa língua, pois saber a língua significa saber utilizá-la com naturalidade as suas regras básicas de funcionamento.
Mito 4
“O lugar onde melhor se fala português no Brasil é o Maranhão”.
Sabemos da diversidade lingüística existente no Brasil e, por isso, não podemos classificá-la como superior nem inferior e, muito menos, como a mais correta. Assim diz Oswald de Andrade com o poema abaixo.
Vicio na fala
Para dizerem milho dizem mio Para melhor dizem mio Para pior pio Para telha dizem teia Para telhado dizem teiado E vão fazendo telhados.
Todos os dialetos têm os seus valores e particularidades, independente da região que a produz.
Mito 5
“O certo é falar assim porque se escreve assim”
Esta é uma forma preconceituosa de ver essa especificidade da língua, impondo uma única forma de ler e escrever, como ilustra Jô Soares no seu texto publicado na Revista Veja em 28 de novembro de 1990 como também a tirinha com a personagem do Chico Bento, que é um garoto que vive na zona rural.
Pois é. U purtuguêis é muito fáciu di aprender, purqui é uma língua qui a genti iscrevi ixatamenti cumu si fala. Num é cumu inglêis qui dá até vontadi di ri quandu a genti discobri cumu é qui si iscrevi algumas palavras. Im portuguêis, é só prestátenção. U alemão pur exemplu. Qué coisa mais doida? Num bate nada cum nada. Até nu espanhol qui é parecidu, si iscrevi muito diferenti. Qui bom qui a minha lingua é u purtuguêis. Quem soubé falá, sabi iscrevê.
Nesse sentido, há uma distância entre a fala e a escrita, pois cada uma, a seu modo, possui regras próprias.
Mito 6
“É preciso saber gramática para falar e escrever bem”.
O que realmente nos torna bons escritores é o contexto, a vivência com várias tipologias textuais, ou seja, a interação com as diversidades de linguagem, como nos mostra Luís Fernando Veríssimo com a crônica O gigolô das palavras.
O gigolô das palavras
Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos do Farroupilha estiveram lá em casa numa mesma missão, designada por seu professor de Português: saber se eu considerava o estudo da Gramática indispensável para aprender e usar a nossa ou qualquer outra língua. Cada grupo portava seu gravador cassete, certamente o instrumento vital da pedagogia moderna, e andava arrecadando opiniões. Suspeitei de saída que o tal professor lia esta coluna, se descabelava diariamente com suas afrontas às leis da língua, e aproveitava aquela oportunidade para me desmascarar. Já estava até preparando, às pressas, minha defesa ("Culpa da revisão! Culpa da revisão!"). Mas os alunos desfizeram o equívoco antes que ele se criasse. Eles mesmos tinham escolhido os nomes a serem entrevistados. Vocês têm certeza que não pegaram o Veríssimo errado? Não. Então vamos em frente.Respondi que a linguagem, qualquer linguagem, é um meio de comunicação e que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras básicas da Gramática, para evitar os vexames mais gritantes, as outras são dispensáveis. A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por exemplo: dizer "escrever claro" não é certo, mas é claro, certo? O importante é comunicar. (E quando possível surpreender, iluminar, divertir, mover... Mas aí entramos na área do talento, que também não tem nada a ver com Gramática.) A Gramática é o esqueleto da língua. Só predomina nas línguas mortas, e aí é de interesse restrito a necrólogos e professores de Latim, gente em geral pouco comunicativa. Aquela sombria gravidade que a gente nota nas fotografias em grupo dos membros da Academia Brasileira de Letras é de reprovação pelo Português ainda estar vivo. Eles só estão esperando, fardados, que o Português morra para poderem carregar o caixão e escrever sua autópsia definitiva. É o esqueleto que nos traz de pé, certo, mas ele não informa nada, como a Gramática é a estrutura da língua, mas sozinha não diz nada, não tem futuro. As múmias conversam entre si em Gramática pura. Claro que eu não disse isso tudo para meus entrevistadores. E adverti que minha implicância com a Gramática na certa se devia à minha pouca intimidade com ela. Sempre fui péssimo em Português. Mas – isso eu disse – vejam vocês, a intimidade com a Gramática é tão indispensável que eu ganho a vida escrevendo, apesar da minha total inocência na matéria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas custas. E tenho com elas exemplar conduta de um cáften profissional. Abuso delas. Só uso as que eu conheço, as desconhecidas são perigosas e potencialmente traiçoeiras. Exijo submissão. Não raro, peço delas flexões inomináveis para satisfazer um gosto passageiro. Maltrato-as, sem dúvida. E jamais me deixo dominar por elas. Não me meto na sua vida particular. Não me interessa seu passado, suas origens, sua família nem o que outros já fizeram com elas. Se bem que não tenho o mínimo escrúpulo em roubá-las de outro, quando acho que vou ganhar com isto. As palavras, afinal, vivem na boca do povo. São faladíssimas. Algumas são de baixíssimo calão. Não merecem o mínimo respeito.Um escritor que passasse a respeitar a intimidade gramatical das suas palavras seria tão ineficiente quanto um gigolô que se apaixonasse pelo seu plantel. Acabaria tratando-as com a deferência de um namorado ou a tediosa formalidade de um marido. A palavra seria a sua patroa! Com que cuidados, com que temores e obséquios ele consentiria em sair com elas em público, alvo da impiedosa atenção dos lexicógrafos, etimologistas e colegas. Acabaria impotente, incapaz de uma conjunção. A Gramática precisa apanhar todos os dias pra saber quem é que manda.
Essa crença pode ser derrubada pela afirmação de que todo falante de uma língua é competente no seu uso. Portanto, o ensino da gramática por si só não garante que os falantes serão bons produtores de textos como também bons falantes.
Mito 7
“O domínio da norma culta é um instrumento de ascensão social”.
Este mito pode ser ilustrado com as palavras de Marcos Bagno e com o poema Coisas do meu sertão de Patativa do Assaré.
Se o domínio da norma culta fosse realmente um instrumento de ascensão na sociedade, os professores de português ocupariam o topo da pirâmide social, econômica e política do país, não é mesmo? Afinal, supostamente, ninguém melhor do que eles domina a norma culta Coisas do meu sertão
Seu dotô, que é da cidade Tem diproma e posição E estudou derne minino Sem perdê uma lição, Conhece o nome dos rios, Que corre inriba do chão, Sabe o nome das estrela Que forma constelação, Conhece todas as coisa Da histora da criação E agora qué i na Lua Causando admiração, Vou fazê uma pergunta, Me preste bem atenção: Pruque não quis aprendê As coisa do meu sertão?
Por favô, não negue não Quero que o sinhô me diga Pruquê não quis o roçado Onde se sofre fadiga, Pisando inriba do toco, Lacraia, cobra e formiga, Cocerento de friera, Incalombado de urtiga, Muntas vez inté duente, Sofrendo dô de barriga, Mas o jeito é trabaiá Que a necessidade obriga.
Esse mito pode ser desconstruído através do entendimento de que o domínio da língua culta não ascende socialmente uma pessoa, pois ela está diretamente ligada ao reconhecimento dos direitos do cidadão.
III. CONCLUSÃO
Concluindo as nossas discussões a respeito da diversidade lingüística, aprendemos que toda variedade da linguagem atende às necessidades da comunidade de seres humanos que as empregam, isso porque, quando não atendem mais as necessidades, elas se modificam naturalmente, não havendo, assim, supremacia de uma sobre a outra, sendo ela um processo de construção social, política e econômica.
Todas essas discussões servirão de subsídios para os educadores repensarem as suas práticas educativas para não agirem de forma preconceituosa ou reforçar o mito da gramática normativa como sendo a ideal a ser ensinada na escola. Essa prática torna o ambiente escolar descontextualizado e preconceituoso quanto ao uso da linguagem.
E, para melhor reforçar a nossa discussão acerca da linguagem, façamos uma reflexão a partir do texto Manifesto lingüístico.
IV. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico: o que é, como se faz. 23 ed. São Paulo: Edições Loyola, 1999.
CEREJA, William Roberto, MAGALHÃES, Theresa Cochar. Gramática reflexiva. 5ª série. São Paulo: Atual, 2003.
DUCLÓS, Daniel Lobato. A variação lingüística. Disponível em <http://www.cybershark.n/~daniduc/letras/IELP-I/fichamentos/camacho.pdf>. Acesso em 30 nov. 2006.
FERREIRA, Mauro. Entre palavras. Língua portuguesa. 6ª série. São Paulo: FTD, 2002
GURGEL, Maria Cristina Lírio. A lingüística e as atividades de ensino, pesquisa e extensão. Disponível em: <www.filologia.org.br/viicnlf/anais/caderno08-02.html>. Acesso em 30 nov. 2006.
NICOLA, José de, INFANTE, Ulisses. Palavras e idéias. Português. 5ª série. São Paulo: Scipione, 1995.
VERÍSSIMO, Luís Fernando. O gigolô das palavras. Disponível em http://pedagogia. incubadora.fapesp.br/portal/2006-01 INTROEDI/Ver_c3 _adssimoLu_c3_ adsFernando OGigol_c3_b4DasPalavras>. Acesso em 30 nov. 2006
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