O Ministério Público enviou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre Prefeitura Municipal de Guanambi e Igreja Católica para gerir a Associação Benemérita de Caridade – entidade responsável pelo Lar dos Velhinhos, na última quinta-feira (15). Diante do termo, o Abrigo dos Velhinhos, como é popularmente conhecido, passa a ser administrado pela Igreja Católica.

Segundo o site Farol da Cidade, há anos o abrigo passa por dificuldades financeiras para pagar fornecedores e funcionários. Por meio de fiscalização do Ministério Público, várias melhorias foram implantadas, mas ainda insuficientes para prestação de um serviço de boa qualidade e um funcionamento pleno.

A nova equipe administrativa será coordenada pelo Padre João Sá Teles. A Prefeitura Municipal de Guanambi fará um repasse mensal de R$ 8 mil e disponibilizará funcionários e insumos para o atendimento dos internos.

Uma integrante da antiga direção, explica que o maior problema da instituição é a insuficiência de recursos: “São 26 funcionários, 50 internos, nem todos são aposentados e a maior parte da receita é proveniente do interno. As despesas giram em torno de R$ 60 mil mensais”, explicou.

O Ministério Público enviou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre Prefeitura Municipal de Guanambi e Igreja Católica para gerir a Associação Benemérita de Caridade – entidade responsável pelo Lar dos Velhinhos, na última quinta-feira (15). Diante do termo, o Abrigo dos Velhinhos, como é popularmente conhecido, passa a ser administrado pela Igreja Católica.

Segundo o site Farol da Cidade, há anos o abrigo passa por dificuldades financeiras para pagar fornecedores e funcionários. Por meio de fiscalização do Ministério Público, várias melhorias foram implantadas, mas ainda insuficientes para prestação de um serviço de boa qualidade e um funcionamento pleno.

A nova equipe administrativa será coordenada pelo Padre João Sá Teles. A Prefeitura Municipal de Guanambi fará um repasse mensal de R$ 8 mil e disponibilizará funcionários e insumos para o atendimento dos internos.

Uma integrante da antiga direção, explica que o maior problema da instituição é a insuficiência de recursos: “São 26 funcionários, 50 internos, nem todos são aposentados e a maior parte da receita é proveniente do interno. As despesas giram em torno de R$ 60 mil mensais”, explicou.

Fonte: Agência Sertão

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