Morre o Coronel Inácio Lira Júnior, aos 64 anos
A Polícia Militar da Bahia e a comunidade do sudoeste baiano estão de luto com a morte…
Mesmo com a economia brasileira “andando de lado”, a carga tributária do País atingiu o pico histórico de 35,07% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018 – o equivalente a R$ 2,39 trilhões. Em média, cada habitante recolheu o equivalente a R$ 11.494 em impostos. Cada brasileiro precisou trabalhar cerca de 128 dias apenas para quitar os seus compromissos com o pagamento de tributos.
Os cálculos foram feitos pelos economistas José Roberto Afonso e Kleber de Castro, em estudo que antecipa a consolidação dos números da carga tributária do ano passado e busca respostas para entender as razões que levaram a um movimento tão grande de alta justamente num período de crescimento muito baixo da economia.
A expansão do peso dos impostos para empresas e pessoas físicas em 2018 atingiu 1,33 ponto porcentual e bateu o recorde anterior, registrado em 2008, de 34,76% do PIB. O avanço é ainda mais impactante pelo fato de representar o maior salto dos últimos 17 anos. A série histórica é de 1947. Os dados foram extraídos de fontes oficiais, registrados nos balanços públicos.
Os dois especialistas se surpreenderam com a magnitude do resultado. Eles fizeram diversas rechecagens e consultas a outros economistas e técnicos do governo diante do tamanho do aumento de um ano para o outro. O resultado encontrado faz suscitar dúvidas sobre a tese aventada nos últimos anos de que teria havido uma quebra estrutural na trajetória crescente de alta da carga tributária.
Após a crise internacional de 2008, o comportamento estrutural da carga foi alterado com relação ao padrão histórico. A tendência expansionista passou a não se verificar. A trajetória nessa fase mais recente foi errática, com períodos de baixa seguidos de outros de expansão, mas em nenhum momento demonstrando o movimento expansivo dos anos anteriores.
De 2008 até 2015, a carga encolheu aproximadamente 1,92% do PIB. Esse quadro, porém, se inverteu a partir de 2016. De 2016 a 2018, houve um avanço dos impostos de 2,23% do PIB – sendo a maior parte no último ano. Segundo José Roberto Afonso, professor do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), os resultados de 2016 e 2017 foram sustentados por fatores atípicos, como os recursos do programa de recursos no exterior e as receitas de royalties do petróleo, que foram puxadas pela trajetória expansiva do preço do petróleo no mercado internacional.
Em 2018, porém, além dos fatores extraordinários, como os royalties do petróleo, observou-se que tributos tradicionais, como Imposto de Renda, PIS/Cofins e ICMS tiveram desempenho atípico para uma fase de baixo crescimento. Se não há motivos ligados à atividade econômica para explicar esse comportamento, o mais razoável, apontam os economistas, é assumir que houve uma combinação de recuperação localizada (em alguns setores), com maior esforço de recolhimento pelos governos (aumento de alíquotas, como a dos combustíveis, e fiscalização).
Generalizado
O padrão de crescimento de carga foi disseminado nas três esferas de governo (União, Estados e municípios). Cerca de 65,7% de toda a carga tributária de 2018 é cobrada pela União, que arrecadou quase R$ 1,57 trilhão – cerca de 23% do PIB do ano passado. O restante foi cobrado pelos Estados, que contribuíram com aproximadamente 27,2% do total (R$ 650 bilhões), e municípios, com 7,2% (R$ 172 bilhões).
Para Castro, que é doutor pela Uerj e sócio da Finance Análise e Consultoria, é difícil ainda saber se o salto foi um ponto fora da curva ou se haverá um deslocamento da carga para a sua tendência histórica de crescimento. Ele destaca que o objetivo do estudo foi apresentar uma fotografia recente da carga tributária que possa servir de subsídio para o desenho de um novo sistema. “Qualquer mudança deveria ter em mente que não seria possível reduzir carga, dada a grande participação de despesas obrigatórias em nosso Orçamento”, diz Afonso, um dos pais da Lei de Responsabilidade Fiscal.
Segundo ele, as mudanças devem priorizar reformar os tributos indiretos com vistas a mitigar as distorções provocadas na economia pelo sistema atual, cumulatividade, guerra fiscal, oneração de exportações e dos investimentos. “A natureza da nova economia depõe contra a carga tributária alta, como é o caso brasileiro. Não é uma questão de lei, de alíquota, mas sim de base de cálculo, cada vez menor ou mais fugitiva”, prevê o economista.
Fonte: ASCOM
A Polícia Militar da Bahia e a comunidade do sudoeste baiano estão de luto com a morte…
Jacaraci viveu um domingo histórico no dia 28 de dezembro, com a inauguração oficial das quadras de…
A Bahia registrou uma grande redução no número de casos de arboviroses em 2025, quando comparado ao…
APolícia Rodoviária Federal (PRF) divulgou o balanço das atividades de fiscalização e segurança viária realizadas em 2025…
A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Ivana Bastos, participou, na tarde desta terça-feira (6), da sessão…
A Polícia Militar da Bahia e a comunidade do sudoeste baiano estão de luto com a morte do Coronel Inácio Paz Lira Júnior, ocorrida na…
Jacaraci viveu um domingo histórico no dia 28 de dezembro, com a inauguração oficial das quadras de areia do Parque da Cidade, um novo espaço…
A Bahia registrou uma grande redução no número de casos de arboviroses em 2025, quando comparado ao ano anterior. Em 2025, foram notificados 32.715 casos…
APolícia Rodoviária Federal (PRF) divulgou o balanço das atividades de fiscalização e segurança viária realizadas em 2025 nas rodovias federais que cortam o estado da…
A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Ivana Bastos, participou, na tarde desta terça-feira (6), da sessão solene de posse da nova Mesa Diretora do…
O Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) decidiu suspender provisoriamente, nesta terça-feira (06), um processo de licitação instaurado pela Prefeitura de Licínio de…
Uma noite marcada por emoção, reconhecimento e valorização da educação pública municipal. A Prefeitura de Pindaí, por meio da Secretaria Municipal de Educação, realizou na…
Na noite de sábado, Iuiu viveu uma noite marcante de cultura e tradição popular, com a apresentação do Terno das Ciganas de Palmas de Monte…
Um mototaxista morreu no final da manhã desta terça-feira (6) após se envolver em um grave acidente de trânsito na Avenida Governador Nilo Coelho, no…
Fortalecendo a tradição e valorizando a cultura popular do município, a Prefeitura de Urandi, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, realizará na próxima quarta-feira,…
O deputado federal Charles Fernandes ganhou destaque no Ranking de Produtividade Parlamentar 2025, levantamento realizado pelo site Bahia Notícias, um dos principais veículos de comunicação…
O município de Pindaí, por meio da Secretaria Municipal de Educação (SEMED), encerra o ano de 2025 com um marco significativo para a educação pública:…
Uma noite marcada por muito calor humano, confraternização entre famílias, jovens e visitantes celebrou a virada do Ano Novo em Pindaí, fortalecendo a tradicional festa…
A Prefeitura de Riacho de Santana, sob a gestão do prefeito Tito Eugênio, deu mais um passo importante no fortalecimento da política de assistência social…
Em sessão solene de encerramento dos trabalhos em 2025, realizada de modo remoto nesta terça-feira (30.12) e transmitida pela TV ALBA, a presidente da Assembleia…
Mesmo com a economia brasileira “andando de lado”, a carga tributária do País atingiu o pico histórico de 35,07% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018 – o equivalente a R$ 2,39 trilhões. Em média, cada habitante recolheu o equivalente a R$ 11.494 em impostos. Cada brasileiro precisou trabalhar cerca de 128 dias apenas para quitar os seus compromissos com o pagamento de tributos.
Os cálculos foram feitos pelos economistas José Roberto Afonso e Kleber de Castro, em estudo que antecipa a consolidação dos números da carga tributária do ano passado e busca respostas para entender as razões que levaram a um movimento tão grande de alta justamente num período de crescimento muito baixo da economia.
A expansão do peso dos impostos para empresas e pessoas físicas em 2018 atingiu 1,33 ponto porcentual e bateu o recorde anterior, registrado em 2008, de 34,76% do PIB. O avanço é ainda mais impactante pelo fato de representar o maior salto dos últimos 17 anos. A série histórica é de 1947. Os dados foram extraídos de fontes oficiais, registrados nos balanços públicos.
Os dois especialistas se surpreenderam com a magnitude do resultado. Eles fizeram diversas rechecagens e consultas a outros economistas e técnicos do governo diante do tamanho do aumento de um ano para o outro. O resultado encontrado faz suscitar dúvidas sobre a tese aventada nos últimos anos de que teria havido uma quebra estrutural na trajetória crescente de alta da carga tributária.
Após a crise internacional de 2008, o comportamento estrutural da carga foi alterado com relação ao padrão histórico. A tendência expansionista passou a não se verificar. A trajetória nessa fase mais recente foi errática, com períodos de baixa seguidos de outros de expansão, mas em nenhum momento demonstrando o movimento expansivo dos anos anteriores.
De 2008 até 2015, a carga encolheu aproximadamente 1,92% do PIB. Esse quadro, porém, se inverteu a partir de 2016. De 2016 a 2018, houve um avanço dos impostos de 2,23% do PIB – sendo a maior parte no último ano. Segundo José Roberto Afonso, professor do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), os resultados de 2016 e 2017 foram sustentados por fatores atípicos, como os recursos do programa de recursos no exterior e as receitas de royalties do petróleo, que foram puxadas pela trajetória expansiva do preço do petróleo no mercado internacional.
Em 2018, porém, além dos fatores extraordinários, como os royalties do petróleo, observou-se que tributos tradicionais, como Imposto de Renda, PIS/Cofins e ICMS tiveram desempenho atípico para uma fase de baixo crescimento. Se não há motivos ligados à atividade econômica para explicar esse comportamento, o mais razoável, apontam os economistas, é assumir que houve uma combinação de recuperação localizada (em alguns setores), com maior esforço de recolhimento pelos governos (aumento de alíquotas, como a dos combustíveis, e fiscalização).
Generalizado
O padrão de crescimento de carga foi disseminado nas três esferas de governo (União, Estados e municípios). Cerca de 65,7% de toda a carga tributária de 2018 é cobrada pela União, que arrecadou quase R$ 1,57 trilhão – cerca de 23% do PIB do ano passado. O restante foi cobrado pelos Estados, que contribuíram com aproximadamente 27,2% do total (R$ 650 bilhões), e municípios, com 7,2% (R$ 172 bilhões).
Para Castro, que é doutor pela Uerj e sócio da Finance Análise e Consultoria, é difícil ainda saber se o salto foi um ponto fora da curva ou se haverá um deslocamento da carga para a sua tendência histórica de crescimento. Ele destaca que o objetivo do estudo foi apresentar uma fotografia recente da carga tributária que possa servir de subsídio para o desenho de um novo sistema. “Qualquer mudança deveria ter em mente que não seria possível reduzir carga, dada a grande participação de despesas obrigatórias em nosso Orçamento”, diz Afonso, um dos pais da Lei de Responsabilidade Fiscal.
Segundo ele, as mudanças devem priorizar reformar os tributos indiretos com vistas a mitigar as distorções provocadas na economia pelo sistema atual, cumulatividade, guerra fiscal, oneração de exportações e dos investimentos. “A natureza da nova economia depõe contra a carga tributária alta, como é o caso brasileiro. Não é uma questão de lei, de alíquota, mas sim de base de cálculo, cada vez menor ou mais fugitiva”, prevê o economista.
Fonte: ASCOM
A Polícia Militar da Bahia e a comunidade do sudoeste baiano estão de luto com a morte…
Jacaraci viveu um domingo histórico no dia 28 de dezembro, com a inauguração oficial das quadras de…
A Bahia registrou uma grande redução no número de casos de arboviroses em 2025, quando comparado ao…
APolícia Rodoviária Federal (PRF) divulgou o balanço das atividades de fiscalização e segurança viária realizadas em 2025…
A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Ivana Bastos, participou, na tarde desta terça-feira (6), da sessão…
A Polícia Militar da Bahia e a comunidade do sudoeste baiano estão de luto com a morte do Coronel Inácio Paz Lira Júnior, ocorrida na…
Jacaraci viveu um domingo histórico no dia 28 de dezembro, com a inauguração oficial das quadras de areia do Parque da Cidade, um novo espaço…
A Bahia registrou uma grande redução no número de casos de arboviroses em 2025, quando comparado ao ano anterior. Em 2025, foram notificados 32.715 casos…
APolícia Rodoviária Federal (PRF) divulgou o balanço das atividades de fiscalização e segurança viária realizadas em 2025 nas rodovias federais que cortam o estado da…
A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Ivana Bastos, participou, na tarde desta terça-feira (6), da sessão solene de posse da nova Mesa Diretora do…
O Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) decidiu suspender provisoriamente, nesta terça-feira (06), um processo de licitação instaurado pela Prefeitura de Licínio de…
Uma noite marcada por emoção, reconhecimento e valorização da educação pública municipal. A Prefeitura de Pindaí, por meio da Secretaria Municipal de Educação, realizou na…
Na noite de sábado, Iuiu viveu uma noite marcante de cultura e tradição popular, com a apresentação do Terno das Ciganas de Palmas de Monte…
Um mototaxista morreu no final da manhã desta terça-feira (6) após se envolver em um grave acidente de trânsito na Avenida Governador Nilo Coelho, no…
Fortalecendo a tradição e valorizando a cultura popular do município, a Prefeitura de Urandi, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, realizará na próxima quarta-feira,…
O deputado federal Charles Fernandes ganhou destaque no Ranking de Produtividade Parlamentar 2025, levantamento realizado pelo site Bahia Notícias, um dos principais veículos de comunicação…
O município de Pindaí, por meio da Secretaria Municipal de Educação (SEMED), encerra o ano de 2025 com um marco significativo para a educação pública:…
Uma noite marcada por muito calor humano, confraternização entre famílias, jovens e visitantes celebrou a virada do Ano Novo em Pindaí, fortalecendo a tradicional festa…
A Prefeitura de Riacho de Santana, sob a gestão do prefeito Tito Eugênio, deu mais um passo importante no fortalecimento da política de assistência social…
Em sessão solene de encerramento dos trabalhos em 2025, realizada de modo remoto nesta terça-feira (30.12) e transmitida pela TV ALBA, a presidente da Assembleia…