O ministro Sérgio Moro em visita ao presidente Bolsonaro no hospital — Foto: Reprodução/ Twitter
O ministro Sérgio Moro em visita ao presidente Bolsonaro no hospital — Foto: Reprodução/ Twitter
“O Brasil vem passando por um processo de aumento acentuado do desmatamento da Amazônia”. Esta é a afirmação do Prof. Euler Melo Nogueira, pós-doutor em Ciências de Florestas Tropicais, pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e pesquisador do Observatório UniFG do Semiárido Nordestino. Segundo Nogueira, a Amazônia brasileira vem sendo desmatada sistematicamente ao longo dos últimos 40 anos, com destaque para o intervalo entre a década de 1990 e início dos anos 2000. Neste período o desmatamento chegou a atingir 29.059 Km² de floresta apenas no ano de 1995 e 27.772 Km² em 2004.
O professor afirma que, a partir de 2004, o Brasil conseguiu, por meio de ações coordenadas, diminuir significativamente o desmatamento, a ponto de, em 2012, o desmatamento ficar abaixo de 5 mil quilômetros quadrados (4.571 Km²). “As taxas de desmatamento anual na Amazônia brasileira até 2004 evidenciavam forte relação com os preços da saca da soja e da arroba do boi no mercado internacional. Curiosamente, apartir de 2004 o governo brasileiro conseguir reduzir o desmatamento apesar dos preços destas commodities continuarem subindo. O Brasil obteve reconhecimento em todo o mundo pela sua política de controle do desmatamento da Amazônia. Hoje, infelizmente, estamos assistindo um grande retrocesso.”
Atualmente, a Amazônia brasileira vive um aumento dramático do desmatamento, pauta que vem repercutindo em todo o mundo. As queimadas que atingem Amazônia desde o fim de julho têm sido tão fortes que podem ser vistas do espaço, segundo fotos do satélite Aqua, divulgadas pela agência espacial dos Estados Unidos, a Nasa, na última quarta-feira (21). De acordo com a agência, “o número dos incêndios pode ser um recorde” e a fumaça que aparece nas fotos é o resultado disso.
O país registrou, entre janeiro e o último dia 19 de agosto, um aumento de 83% das queimadas em relação ao mesmo período de 2018, com 72.843 focos de incêndios até o momento. Os dados são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), que monitora o desmatamento por meio de imagens de satélite. Segundo o INPE, o fogo está progredindo em áreas de proteção ambiental, sendo registrados já 68 incêndios em territórios indígenas.
O Prof. Euler Melo Nogueira destaca que a comunidade científica aguarda os dados que serão divulgados pelo PRODES (Programa de Monitoramento do Desmatamento da Amazônia Brasileira por Satélite), com a quantificação final do desmatamento na Amazônia. “Todos os indicadores que temos em mãos já apontam para um aumento substancial do desmatamento na Amazônia”, afirma, ressaltando que o desmatamento provavelmente é maior do que o anunciado, pois o PRODES não inclui desmatamentos em áreas inferiores a 6,25 hectares, além de não incluir áreas degradadas. “Isso significa que o desatamento real na Amazônia é maior do que é divulgado”, destaca.
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O ministro Sérgio Moro em visita ao presidente Bolsonaro no hospital — Foto: Reprodução/ Twitter
O ministro Sérgio Moro em visita ao presidente Bolsonaro no hospital — Foto: Reprodução/ Twitter
“O Brasil vem passando por um processo de aumento acentuado do desmatamento da Amazônia”. Esta é a afirmação do Prof. Euler Melo Nogueira, pós-doutor em Ciências de Florestas Tropicais, pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e pesquisador do Observatório UniFG do Semiárido Nordestino. Segundo Nogueira, a Amazônia brasileira vem sendo desmatada sistematicamente ao longo dos últimos 40 anos, com destaque para o intervalo entre a década de 1990 e início dos anos 2000. Neste período o desmatamento chegou a atingir 29.059 Km² de floresta apenas no ano de 1995 e 27.772 Km² em 2004.
O professor afirma que, a partir de 2004, o Brasil conseguiu, por meio de ações coordenadas, diminuir significativamente o desmatamento, a ponto de, em 2012, o desmatamento ficar abaixo de 5 mil quilômetros quadrados (4.571 Km²). “As taxas de desmatamento anual na Amazônia brasileira até 2004 evidenciavam forte relação com os preços da saca da soja e da arroba do boi no mercado internacional. Curiosamente, apartir de 2004 o governo brasileiro conseguir reduzir o desmatamento apesar dos preços destas commodities continuarem subindo. O Brasil obteve reconhecimento em todo o mundo pela sua política de controle do desmatamento da Amazônia. Hoje, infelizmente, estamos assistindo um grande retrocesso.”
Atualmente, a Amazônia brasileira vive um aumento dramático do desmatamento, pauta que vem repercutindo em todo o mundo. As queimadas que atingem Amazônia desde o fim de julho têm sido tão fortes que podem ser vistas do espaço, segundo fotos do satélite Aqua, divulgadas pela agência espacial dos Estados Unidos, a Nasa, na última quarta-feira (21). De acordo com a agência, “o número dos incêndios pode ser um recorde” e a fumaça que aparece nas fotos é o resultado disso.
O país registrou, entre janeiro e o último dia 19 de agosto, um aumento de 83% das queimadas em relação ao mesmo período de 2018, com 72.843 focos de incêndios até o momento. Os dados são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), que monitora o desmatamento por meio de imagens de satélite. Segundo o INPE, o fogo está progredindo em áreas de proteção ambiental, sendo registrados já 68 incêndios em territórios indígenas.
O Prof. Euler Melo Nogueira destaca que a comunidade científica aguarda os dados que serão divulgados pelo PRODES (Programa de Monitoramento do Desmatamento da Amazônia Brasileira por Satélite), com a quantificação final do desmatamento na Amazônia. “Todos os indicadores que temos em mãos já apontam para um aumento substancial do desmatamento na Amazônia”, afirma, ressaltando que o desmatamento provavelmente é maior do que o anunciado, pois o PRODES não inclui desmatamentos em áreas inferiores a 6,25 hectares, além de não incluir áreas degradadas. “Isso significa que o desatamento real na Amazônia é maior do que é divulgado”, destaca.
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