Prefeito Dr. Pedro Malheiros entrega moderno aparelho de raio-x para o Hospital Municipal, pondo fim a apagão de 12 anos na saúde
A saúde de Sebastião Laranjeiras ganhou uma nova vertente com a chegada de equipamento para servir melhor…
Há uma década denunciando a extração ilegal de madeira, Osvalinda e Daniel Pereira encontraram duas covas com duas cruzes de madeira no quintal de casa, no assentamento Areia, próximo a Trairão (oeste do Pará), em junho do ano passado. Depois de denunciar ao Ministério Público o desmatamento ilegal, Gilson Temponi, presidente de uma associação de agricultores em Placas (PA), foi executado a tiros em casa em dezembro de 2018.
Em março deste ano, criminosos mataram a ativista Dilma Ferreira da Silva no assentamento Salvador Allende, na região de Tucuruí (PA), e mais cinco pessoas, segundo a polícia a mando de um fazendeiro envolvido em extração ilegal que temia ser denunciado. Casos como esses estão no relatório “Máfias do Ipê: como a violência e a impunidade impulsionam o desmatamento na Amazônia brasileira”, da organização não-governamental Human Rights Watch.
O documento detalha a ação de redes criminosas na região da Amazônia e como ações do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) prejudicam essa situação. Segundo a organização, a extração ilegal de madeira na Amazônia é “impulsionada por redes criminosas que têm a capacidade logística de coordenar a extração, o processamento e a venda de madeira em larga escala, enquanto empregam homens armados para proteger seus interesses.”
Os agentes ambientais da região apelidaram esses grupos de “máfias dos ipês”, em referência à extração de madeira dessas árvores tidas como “diamante da Amazônia”. “Os criminosos responsáveis por uma grande parte da destruição da Amazônia estão usando da intimidação, ameaças, ataques e assassinatos para continuar suas atividades ilícitas. Há um nível de violência vinculado ao desmatamento, que às vezes as pessoas não percebem”, diz César Muñoz, autor do relatório e pesquisador da ONG.
Citando dados da Comissão Pastoral da Terra, ligada à Igreja Católica, a organização afirma que houve mais de 300 assassinatos na última década envolvendo conflitos pelo uso da terra. O documento detalha 28 desses assassinatos. Um dos casos citados é o do assentamento Terra Nossa, próximo a Novo Progresso (sudoeste do Pará). Em janeiro do ano passado, um agricultor local, Romar Roglin, conhecido como “Polaquinho”, avisou a uma liderança local que relataria o desmatamento à polícia. Foi morto 20 dias depois.
Seu irmão, Ricardo Roglin, começou a investigar o assassinato por conta própria. Foi morto em julho daquele ano. Pouco antes, em maio, Antonio Rodrigues dos Santos, o Bigode, que vivia no mesmo assentamento, ameaçou denunciar um fazendeiro que ocupou cerca de 800 hectares de uma reserva florestal. Ele está desaparecido desde então. Caso parecido aconteceu em outubro, ainda no Terra Nossa, com o agricultor Aluisio Sampaio, conhecido como Alenquer.
A Human Rights Watch destaca a impunidade. Segundo a ONG, das 300 mortes relatadas pela Pastoral da Terra, apenas 14 foram a julgamento. A organização entrevistou policiais envolvidos na investigação de seis assassinatos. Em dois casos, os investigadores nem sequer foram à cena do crime. Em cinco casos, não houve autópsia do cadáver.
O relatório cita a violência contra agentes públicos de fiscalização. Em julho, em Rondônia, bandidos queimaram um caminhão-tanque que levaria gasolina a helicópteros do Ibama, destruíram pontes e derrubaram árvores sobre uma estrada. O órgão federal precisou cancelar a operação.
A ONG entrevistou 170 pessoas, a maior parte de comunidades locais e indígenas, além de policiais, promotores, advogados, membros de órgãos do governo (como Ibama, ICMBio e Funai), representantes de ONGs e acadêmicos. A pesquisa foi feita entre 2017 e julho de 2019. A organização faz críticas contundentes ao governo. Embora reconheça que os episódios de violência começaram antes do atual governo, a entidade afirma que Bolsonaro “retrocedeu na aplicação das leis de proteção ambiental”.
“A violência rural na Amazoônia é um problema crônico, que o Brasil nunca respondeu adequadamente. Mas piorou desde janeiro, porque quando você enfraquece o ICMBio e outros órgãos de fiscalização, não só dá carta branca para os criminosos destruírem a floresta. Eles se sentem livres para atacar qualquer um que entre no caminho deles”, afirma Muñoz à reportagem. A organização faz algumas recomendações ao governo brasileiro: o ministro da Justiça deveria elaborar e implementar, junto a autoridades federais e estaduais, um plano de ação para desmantelar as redes criminosas e reduzir os atos de violência e intimidação; o procurador-geral da República deveria fazer do combate à violência na Amazônia uma de suas prioridades e o Congresso Nacional deveria criar uma CPI para apurar o desmatamento e violência.
A ONG diz ainda que o governo Bolsonaro deveria se pronunciar de forma clara em apoio aos defensores da floresta, estabelecendo mecanismos para que as comunidades possam fazer denúncias.
Fonte: Bahia Noticias
A saúde de Sebastião Laranjeiras ganhou uma nova vertente com a chegada de equipamento para servir melhor…
No município de Guanambi, até a data atual foram confirmados 10.873 casos de COVID-19. Entre eles, 128…
Em nove meses, a atual gestão da Prefeitura de Guanambi já conseguiu destravar importantes projetos e obras…
O consumo de drogas vem constituindo um dos graves problemas no mundo, espalhando as suas consequências com…
No município de Guanambi, até a data atual foram confirmados 10.873 casos de COVID-19. Entre eles, 128…
O prefeito de Sebastião Laranjeiras, Pedro Malheiros, realizou uma visita à liderança política Rowena Brito, em agenda voltada ao fortalecimento de alianças e à discussão…
Nesta semana, alunos da rede municipal de Pindaí participaram de uma programação educativa promovida pelo Caminhão Educativo da Neoenergia, em parceria com a ANEEL. Durante…
Na manhã desta segunda-feira (20), o município de Pindaí foi tomado por um movimento vibrante e coletivo em defesa do direito à educação. A Secretaria…
A Prefeitura de Urandi realizou, no último sábado (17), a entrega de um conjunto de obras públicas que marcam mais uma etapa dos investimentos da…
Na manhã desta sexta-feira (17), a prefeita Valdinha, acompanhada do secretário de Agricultura, Robson Barbosa, participou da Assembleia Geral Extraordinária do Consórcio Público de Desenvolvimento…
O município de Jacaraci já ultrapassou a marca de 2.183 carteiras de identidade emitidas no período entre setembro e março, consolidando avanços na garantia de…
A semana comemorativa pelos 64 anos de emancipação política de Pindaí teve como um dos destaques as ações voltadas para a educação, com iniciativas que…
O prefeito de Malhada, Dr. Gimmy, cumpriu agenda de trabalho na capital baiana, onde se reuniu com o secretário de Relações Institucionais, Adolpho Loyola, com…
A Prefeitura de Jacaraci informou que o IPTU 2026 já está disponível para emissão e retirada pelos contribuintes. De acordo com o comunicado, o documento…
O município de Sebastião Laranjeiras comemorou seus 63 anos de emancipação política com uma programação marcada por grande participação popular e celebração de avanços em…
Investir na qualidade da educação é promover cidadania, inclusão social e construir um futuro mais promissor para crianças e adolescentes do município de Guajeru. Com…
Na sessão ordinária realizada nesta terça-feira (14), a Câmara Municipal de Guanambi aprovou o Projeto de Lei nº 023/2026, de autoria do Poder Executivo, que trata…
Na manhã desta segunda-feira (13), por determinação do prefeito Nal Azevedo — após contato com inúmeras lideranças, populares da zona rural e vereadores locais —,…
O deputado federal Charles Fernandes (PSD) utilizou a tribuna da Câmara dos Deputados para repercutir demandas da população encaminhadas ao seu mandato, com destaque para…
Morreu neste domingo (12) a adolescente Karine Gomes Pereira, de 17 anos, que estava internada após sofrer um grave acidente de trânsito ocorrido na noite da…
Há uma década denunciando a extração ilegal de madeira, Osvalinda e Daniel Pereira encontraram duas covas com duas cruzes de madeira no quintal de casa, no assentamento Areia, próximo a Trairão (oeste do Pará), em junho do ano passado. Depois de denunciar ao Ministério Público o desmatamento ilegal, Gilson Temponi, presidente de uma associação de agricultores em Placas (PA), foi executado a tiros em casa em dezembro de 2018.
Em março deste ano, criminosos mataram a ativista Dilma Ferreira da Silva no assentamento Salvador Allende, na região de Tucuruí (PA), e mais cinco pessoas, segundo a polícia a mando de um fazendeiro envolvido em extração ilegal que temia ser denunciado. Casos como esses estão no relatório “Máfias do Ipê: como a violência e a impunidade impulsionam o desmatamento na Amazônia brasileira”, da organização não-governamental Human Rights Watch.
O documento detalha a ação de redes criminosas na região da Amazônia e como ações do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) prejudicam essa situação. Segundo a organização, a extração ilegal de madeira na Amazônia é “impulsionada por redes criminosas que têm a capacidade logística de coordenar a extração, o processamento e a venda de madeira em larga escala, enquanto empregam homens armados para proteger seus interesses.”
Os agentes ambientais da região apelidaram esses grupos de “máfias dos ipês”, em referência à extração de madeira dessas árvores tidas como “diamante da Amazônia”. “Os criminosos responsáveis por uma grande parte da destruição da Amazônia estão usando da intimidação, ameaças, ataques e assassinatos para continuar suas atividades ilícitas. Há um nível de violência vinculado ao desmatamento, que às vezes as pessoas não percebem”, diz César Muñoz, autor do relatório e pesquisador da ONG.
Citando dados da Comissão Pastoral da Terra, ligada à Igreja Católica, a organização afirma que houve mais de 300 assassinatos na última década envolvendo conflitos pelo uso da terra. O documento detalha 28 desses assassinatos. Um dos casos citados é o do assentamento Terra Nossa, próximo a Novo Progresso (sudoeste do Pará). Em janeiro do ano passado, um agricultor local, Romar Roglin, conhecido como “Polaquinho”, avisou a uma liderança local que relataria o desmatamento à polícia. Foi morto 20 dias depois.
Seu irmão, Ricardo Roglin, começou a investigar o assassinato por conta própria. Foi morto em julho daquele ano. Pouco antes, em maio, Antonio Rodrigues dos Santos, o Bigode, que vivia no mesmo assentamento, ameaçou denunciar um fazendeiro que ocupou cerca de 800 hectares de uma reserva florestal. Ele está desaparecido desde então. Caso parecido aconteceu em outubro, ainda no Terra Nossa, com o agricultor Aluisio Sampaio, conhecido como Alenquer.
A Human Rights Watch destaca a impunidade. Segundo a ONG, das 300 mortes relatadas pela Pastoral da Terra, apenas 14 foram a julgamento. A organização entrevistou policiais envolvidos na investigação de seis assassinatos. Em dois casos, os investigadores nem sequer foram à cena do crime. Em cinco casos, não houve autópsia do cadáver.
O relatório cita a violência contra agentes públicos de fiscalização. Em julho, em Rondônia, bandidos queimaram um caminhão-tanque que levaria gasolina a helicópteros do Ibama, destruíram pontes e derrubaram árvores sobre uma estrada. O órgão federal precisou cancelar a operação.
A ONG entrevistou 170 pessoas, a maior parte de comunidades locais e indígenas, além de policiais, promotores, advogados, membros de órgãos do governo (como Ibama, ICMBio e Funai), representantes de ONGs e acadêmicos. A pesquisa foi feita entre 2017 e julho de 2019. A organização faz críticas contundentes ao governo. Embora reconheça que os episódios de violência começaram antes do atual governo, a entidade afirma que Bolsonaro “retrocedeu na aplicação das leis de proteção ambiental”.
“A violência rural na Amazoônia é um problema crônico, que o Brasil nunca respondeu adequadamente. Mas piorou desde janeiro, porque quando você enfraquece o ICMBio e outros órgãos de fiscalização, não só dá carta branca para os criminosos destruírem a floresta. Eles se sentem livres para atacar qualquer um que entre no caminho deles”, afirma Muñoz à reportagem. A organização faz algumas recomendações ao governo brasileiro: o ministro da Justiça deveria elaborar e implementar, junto a autoridades federais e estaduais, um plano de ação para desmantelar as redes criminosas e reduzir os atos de violência e intimidação; o procurador-geral da República deveria fazer do combate à violência na Amazônia uma de suas prioridades e o Congresso Nacional deveria criar uma CPI para apurar o desmatamento e violência.
A ONG diz ainda que o governo Bolsonaro deveria se pronunciar de forma clara em apoio aos defensores da floresta, estabelecendo mecanismos para que as comunidades possam fazer denúncias.
Fonte: Bahia Noticias
O prefeito de Sebastião Laranjeiras, Pedro Malheiros, realizou uma visita à liderança política Rowena Brito, em agenda…
Nesta semana, alunos da rede municipal de Pindaí participaram de uma programação educativa promovida pelo Caminhão Educativo…
Na manhã desta segunda-feira (20), o município de Pindaí foi tomado por um movimento vibrante e coletivo…
A Prefeitura de Urandi realizou, no último sábado (17), a entrega de um conjunto de obras públicas…
Na manhã desta sexta-feira (17), a prefeita Valdinha, acompanhada do secretário de Agricultura, Robson Barbosa, participou da…
O prefeito de Sebastião Laranjeiras, Pedro Malheiros, realizou uma visita à liderança política Rowena Brito, em agenda voltada ao fortalecimento de alianças e à discussão…
Nesta semana, alunos da rede municipal de Pindaí participaram de uma programação educativa promovida pelo Caminhão Educativo da Neoenergia, em parceria com a ANEEL. Durante…
Na manhã desta segunda-feira (20), o município de Pindaí foi tomado por um movimento vibrante e coletivo em defesa do direito à educação. A Secretaria…
A Prefeitura de Urandi realizou, no último sábado (17), a entrega de um conjunto de obras públicas que marcam mais uma etapa dos investimentos da…
Na manhã desta sexta-feira (17), a prefeita Valdinha, acompanhada do secretário de Agricultura, Robson Barbosa, participou da Assembleia Geral Extraordinária do Consórcio Público de Desenvolvimento…
O município de Jacaraci já ultrapassou a marca de 2.183 carteiras de identidade emitidas no período entre setembro e março, consolidando avanços na garantia de…
A semana comemorativa pelos 64 anos de emancipação política de Pindaí teve como um dos destaques as ações voltadas para a educação, com iniciativas que…
O prefeito de Malhada, Dr. Gimmy, cumpriu agenda de trabalho na capital baiana, onde se reuniu com o secretário de Relações Institucionais, Adolpho Loyola, com…
A Prefeitura de Jacaraci informou que o IPTU 2026 já está disponível para emissão e retirada pelos contribuintes. De acordo com o comunicado, o documento…
O município de Sebastião Laranjeiras comemorou seus 63 anos de emancipação política com uma programação marcada por grande participação popular e celebração de avanços em…
Investir na qualidade da educação é promover cidadania, inclusão social e construir um futuro mais promissor para crianças e adolescentes do município de Guajeru. Com…
Na sessão ordinária realizada nesta terça-feira (14), a Câmara Municipal de Guanambi aprovou o Projeto de Lei nº 023/2026, de autoria do Poder Executivo, que trata…
Na manhã desta segunda-feira (13), por determinação do prefeito Nal Azevedo — após contato com inúmeras lideranças, populares da zona rural e vereadores locais —,…
O deputado federal Charles Fernandes (PSD) utilizou a tribuna da Câmara dos Deputados para repercutir demandas da população encaminhadas ao seu mandato, com destaque para…
Morreu neste domingo (12) a adolescente Karine Gomes Pereira, de 17 anos, que estava internada após sofrer um grave acidente de trânsito ocorrido na noite da…