Em 10 dias, a parcela da população que considera o governo de Jair Bolsonaro ruim ou péssimo subiu de 42% para 49%, maior nível desde o início do mandato do presidente, segundo pesquisa da XP Investimentos realizada pelo Ipespe entre os dias 29 e 30 de abril.
Já a aprovação (ou seja, avaliação do governo como ótimo e bom) foi de 31% para 27% no mesmo período, também o menor nível desde janeiro de 2019.
O forte repique da desaprovação ao atual governo, na avaliação da XP, teve como causa a saída do ex-juiz Sergio Moro do Ministério da Justiça, que aconteceu em meio a diversas acusações do ex-ministro a Bolsonaro.
Ao mesmo tempo, as entrevistas mostram que houve um aumento no percentual daqueles que se dizem com “muito medo” do coronavírus, minimizado pelo presidente: são 48% nesta rodada contra 41% na semana anterior.
O levantamento tem abrangência nacional e foi feito pela empresa de pesquisas Ipespe através de ligações telefônicas para mil pessoas.
A aprovação do Congresso voltou a cair: após atingir um pico de 21% de ótimo e bom na semana do dia 15 de abril, os parlamentares viram sua aprovação se reduzir a 18% (semana do dia 22) e a 16% na pesquisa mais recente.
No caso dos governadores, que vêm tomando medidas para reforçar o isolamento social, o percentual de ótimo ou bom teve uma leve alta, de 43% para 44%.
A percepção dos entrevistados de que a corrupção aumentará nos próximos seis meses teve uma forte alta da última vez que essa pergunta foi feita pela XP, em 20 de março, para cá: na época, 30% viam um cenário pior, número que cresceu para 45%.
Também caiu a nota média atribuída a Bolsonaro, que era de 5,1 na pesquisa divulgada em 24 de abril e foi de 4,7 no levantamento atual. Já a nota média atribuída a Sérgio Moro teve movimento inverso: passou de 6,2 para 6,5 desde sua saída do governo.
Sobre os efeitos do pedido de demissão de Moro do Ministério da Justiça, continua em 67% a fatia dos entrevistados que acreditam que ela trará impactos negativos para o restante do governo.
Em relação ao novo ministro, André Mendonça, 69% dizem acreditar que ele terá uma atuação com interferências do presidente, enquanto 19% esperam uma atuação independente.
Para 51% dos entrevistados, a chance de manter o emprego nos próximos seis meses é pequena ou muito pequena. Ao mesmo tempo, 44% dos ouvidos acreditam que suas dívidas vão aumentar ou aumentar muito no mesmo período de tempo.
Mais da metade da população (52% dos ouvidos) acredita que a economia brasileira está no caminho errado, contra 47% da última pesquisa.
A maior parte dos entrevistados (62%) afirmam que Bolsonaro deveria mudar a política econômica, com mais investimentos do governo como forma de superar a crise trazida pela pandemia.
Fonte: 6 Minutos
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