Foto: Shutterstock
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A maior ferramenta de buscas na internet no mundo, o Google, fez um estudo com mil brasileiros conectados em todo o país para saber quais as expectativas dessas pessoas para 2021.
Um dos dados que mais chamou atenção foi que 19% dos respondentes adiaram para 2021 os planos que tinham. Foi o caso da arquiteta Renata Almeida, de São Paulo. “Meu plano para esse ano era voltar a fazer pilates. Mas não deu tempo: a pandemia veio e fechou tudo. Quando a flexibilização começou, o estúdio de pilates que era perto aqui de casa, faliu”, diz ela.
Por isso, assim como os entrevistados pelo Google (que responderam à pesquisa em outubro e têm entre 18 e 64 anos), Renata ainda planeja voltar a se matricular no pilates em 2021, quando o número de casos de coronavírus cair.
Por isso, cuidar da saúde é a prioridade para o ano que vem para 35% dos sondados pelo Google. Também estão na lista de desejos para o Ano Novo:
É bom deixar claro que a pesquisa não reflete, necessariamente, os desejos de todos os brasileiros, uma vez que foi feita apenas entre consumidores conectados.
Em 2020, a pandemia evidenciou que muita gente no Brasil não está online. Em abril, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgou que um em cada quatro brasileiros não tem acesso à internet. Ou seja: 46 milhões não acessam a rede. Em áreas rurais, o índice de pessoas sem acesso é ainda maior que nas cidades, chega a 53,5%. Em áreas urbanas é 20,6%.
Mas dentre os conectados, conforme o Google, surgiram dados surpreendentes, quando o assunto é planos para 2021: o principal deles é se mudar da residência atual. Segundo o levantamento, 29% responderam isso – um aumento de 30% no comparativo ano a ano. Começar a estudar é o planejamento para 19%.
E para colocar em prática as resoluções de Ano Novo, o Google estimou quais serão os serviços procurados em 2021:
Uma nova casa
Realmente, para muita gente em 2021, mudar de casa será uma prioridade. É o que mostram os dados da Associação das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).
A entidade levantou que os financiamentos imobiliários atingiram R$ 13,84 bilhões em novembro de 2020, quase o dobro (77,9%) do valor registrado no mesmo mês de 2019. Em valores nominais, o volume financiado em novembro foi o segundo mais elevado desde o início da pesquisa, em julho de 1994.
Fonte: 6 Minutos
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