Luto em Guanambi: Morre o desportista Edvaldo da escolinha de futebol Saturno
O futebol guanambiense está de luto. Faleceu hoje, em Salvador, o desportista e professor guanambiense Edvaldo Domingos…





Após arrematar o trecho 1 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), leiloada pelo governo federal na semana passada, a Bahia Mineração (Bamin) está elaborando um plano ambicioso para a região. O presidente da companhia, Eduardo Ledsham, afirmou em entrevista ao Estadão/Broadcast que a mineradora irá trabalhar com possíveis parceiros para desenvolver o transporte de cargas ao longo da ferrovia, o que deve contribuir para a expansão de projetos de minério de ferro e de grãos.
A produtora de minério, controlada pelo Eurasian Resources Group (ERG), do Cazaquistão, ofereceu o valor mínimo de outorga pela Fiol, de R$ 32,7 milhões, e levou a concessão em proposta única. O trecho arrematado fica entre as cidades de Ilhéus e Caetité, na Bahia, com 537 quilômetros de extensão. O contrato será de 35 anos.
“Quando consideramos oportunidades ao longo da ferrovia, os interesses vão além da Bamin, pois vamos usar apenas um terço do trecho”, diz Ledsham.
Atualmente, a Bamin está produzindo um milhão de toneladas de minério de ferro por ano, mas o plano estratégico prevê atingir capacidade de 18 milhões de toneladas até 2025. O trecho 1 da Fiol poderá transportar 60 milhões de toneladas de minério e grãos quando estiver em plena operação.
“Vamos trabalhar com potenciais detentores das cargas que estão sendo produzidas ao longo da ferrovia e devemos ter investimentos adicionais em novos pátios”, explica Ledsham. Segundo ele, há depósitos de minério de ferro conhecidos ao longo da Fiol e outros em desenvolvimento, além de projetos satélites à principal mina da Bamin, a Pedra de Ferro. “Trabalhamos com conceito de hub (ponto central) na região.”
Segundo o executivo, os depósitos de minério de ferro próximos à Fiol são significativos. “Queremos buscar parcerias com detentores desses depósitos.”
A Bamin fará investimentos da ordem de R$ 3,3 bilhões no projeto da Fiol, sendo R$ 1,6 bilhão para a conclusão da ferrovia e R$ 1,7 bilhão para aquisição de material rodante. Haverá ainda pagamentos trimestrais de outorgas variáveis de cerca de 3,5% da receita bruta da ferrovia.
“Os investimentos adicionais virão naturalmente à medida que novas cargas vão sendo concretizadas.”
Porto
A Bamin está investindo também no chamado Porto Sul em conjunto com o governo da Bahia. Quando concluído, em 2026, o ativo terá capacidade para movimentar 42 milhões de toneladas por ano. A mineradora deve utilizar a metade desse volume e o restante poderá ser usado para outras cargas. O terminal também deve se tornar o primeiro do Nordeste a receber navios com capacidade de até 220 mil toneladas.
“Estamos trabalhando no detalhamento da engenharia de projeto”, diz Ledsham. As obras começaram em julho de 2020.
O projeto da Fiol começará a sair do papel com recursos próprios, mas de acordo com o presidente da mineradora, é “natural” que a ferrovia atraia interessados, inclusive com financiamentos. “Estamos trabalhando para captar outros recursos.”
Para o executivo, embora a capacidade de 18 milhões de toneladas de minério torne a Bamin um “player médio” do setor, o produto de alta qualidade da mina Pedra de Ferro garante competitividade – e rentabilidade – à companhia.
“Este será um dos projetos mais emblemáticos de mineração no Brasil, porque outras empresas vão se beneficiar da nossa infraestrutura.”
Fonte: Estadão
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A produtora de minério, controlada pelo Eurasian Resources Group (ERG), do Cazaquistão, ofereceu o valor mínimo de outorga pela Fiol, de R$ 32,7 milhões, e levou a concessão em proposta única. O trecho arrematado fica entre as cidades de Ilhéus e Caetité, na Bahia, com 537 quilômetros de extensão. O contrato será de 35 anos.
“Quando consideramos oportunidades ao longo da ferrovia, os interesses vão além da Bamin, pois vamos usar apenas um terço do trecho”, diz Ledsham.
Atualmente, a Bamin está produzindo um milhão de toneladas de minério de ferro por ano, mas o plano estratégico prevê atingir capacidade de 18 milhões de toneladas até 2025. O trecho 1 da Fiol poderá transportar 60 milhões de toneladas de minério e grãos quando estiver em plena operação.
“Vamos trabalhar com potenciais detentores das cargas que estão sendo produzidas ao longo da ferrovia e devemos ter investimentos adicionais em novos pátios”, explica Ledsham. Segundo ele, há depósitos de minério de ferro conhecidos ao longo da Fiol e outros em desenvolvimento, além de projetos satélites à principal mina da Bamin, a Pedra de Ferro. “Trabalhamos com conceito de hub (ponto central) na região.”
Segundo o executivo, os depósitos de minério de ferro próximos à Fiol são significativos. “Queremos buscar parcerias com detentores desses depósitos.”
A Bamin fará investimentos da ordem de R$ 3,3 bilhões no projeto da Fiol, sendo R$ 1,6 bilhão para a conclusão da ferrovia e R$ 1,7 bilhão para aquisição de material rodante. Haverá ainda pagamentos trimestrais de outorgas variáveis de cerca de 3,5% da receita bruta da ferrovia.
“Os investimentos adicionais virão naturalmente à medida que novas cargas vão sendo concretizadas.”
Porto
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“Estamos trabalhando no detalhamento da engenharia de projeto”, diz Ledsham. As obras começaram em julho de 2020.
O projeto da Fiol começará a sair do papel com recursos próprios, mas de acordo com o presidente da mineradora, é “natural” que a ferrovia atraia interessados, inclusive com financiamentos. “Estamos trabalhando para captar outros recursos.”
Para o executivo, embora a capacidade de 18 milhões de toneladas de minério torne a Bamin um “player médio” do setor, o produto de alta qualidade da mina Pedra de Ferro garante competitividade – e rentabilidade – à companhia.
“Este será um dos projetos mais emblemáticos de mineração no Brasil, porque outras empresas vão se beneficiar da nossa infraestrutura.”
Fonte: Estadão
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