Mulher é presa suspeita de tráfico de drogas em Rio de Contas
Uma mulher foi presa na noite de sábado (30), suspeita de tráfico de drogas em Rio de…





Desde março de 2020, quando a OMS declarou a Covid-19 uma pandemia, nossas sociedades tiveram que conviver com medidas excepcionais de controle epidemiológico que incluem a restrição de direitos fundamentais como a liberdade de ir e vir.
A maioria dos países impôs medidas rígidas que frequentemente incluíram o fechamento de espaços públicos – com o consequente prejuízo econômico que estas ações causaram – além das restrições à circulação dentro do próprio território e entre as nações estrangeiras.
Para ver esta situação excepcional chegar ao fim o mais rapidamente possível, várias alternativas de reabertura foram consideradas sem negligenciar a saúde da população. Uma dessas opções são os chamados passaportes imunológicos, sistemas que identificam e facilitam a movimentação da população imunizada contra a SARS-CoV-2.
Embora este documento já tenha sido adotado em relação a doenças como febre amarela ou poliomielite, no caso da Covid-19 sua introdução tem consequências éticas e práticas que devem ser seriamente consideradas antes de se tomar uma decisão sobre o melhor modelo.
Porque o passaporte Covid-19 pode ser uma solução?
Com treze vacinas aprovadas em diferentes países e a maior campanha de vacinação da história mundial em andamento, o passaporte imune se apresenta como uma opção realista e aceitável.
O uso de um certificado de vacinação como passaporte Covid-19 apresenta três vantagens importantes. Em primeiro lugar, sua confiabilidade. Como as pessoas vacinadas adquirem altas taxas de imunidade e transmitem menos o vírus, elas podem dispensar medidas como distância social e uso de máscaras, como já é visto em Israel e nos Estados Unidos, sem representar risco significativo para a saúde e segurança de seu entorno.
Em segundo lugar, essa certificação de vacina representa uma possibilidade realista de acelerar a reabertura de forma relativamente segura e, assim, iniciar a tão esperada recuperação econômica. Sem os passaportes de imunidade, a redução das restrições deve ser pautada pela redução dos casos, comprometimento das equipes médicas e ocupação hospitalar e, por fim, imunidade coletiva. Essa fórmula, entretanto, permite acelerar a abertura no curto prazo, mitigando as consequências da crise econômica.
Finalmente, se um certificado baseado em infecção pode promover o contágio, também pode-se argumentar que um passaporte baseado em imunização incentiva a vacinação em populações relutantes.
Nacionalismo da vacina
É importante ter em mente que os passaportes imunológicos apresentam uma série de desafios que precisam ser enfrentados.
O primeiro diz respeito ao nacionalismo das vacinas e à falta de cooperação internacional para sua distribuição, o que corre o risco de se repetir quando se trata de emitir certificados de vacinação.
Diferentes países e instituições já emitiram seus próprios passaportes imunológicos, como a China, com seu “certificado sanitário internacional para viagens” e o “passaporte verde” de Israel. Cada um destes documentos é válido para certas vacinas que variam por país, o que pode se traduzir na falta de reconhecimento internacional dos certificados, de modo que não seriam inteiramente úteis para reabrir o trânsito global.
Quanto tempo vai durar o passaporte Covid-19?
Não existe nenhuma informação que determine por quanto tempo dura a imunidade conferida por cada vacina, portanto não é possível ter certeza de quanto tempo os certificados serão válidos. Para enfrentar esse desafio, a chave está na cooperação global e no compartilhamento de informações.
Como evitar discriminação
Outro desafio a levar em conta é a possível criação de desigualdades: dentro dos próprios países e entre eles. Enquanto a imunidade coletiva não for alcançada, haverá um grupo de pessoas vacinadas e outro de não vacinadas nos países, geralmente respondendo aos planos de vacinação do seu governo.
Espera-se que essa imunidade seja alcançada em países de alta renda por volta de 2022, mas em países de baixa e média renda a data estimada é 2024 – embora possam diferir dependendo de vários fatores, como diferentes variantes do vírus.
Se um certificado de vacinação é essencial para viajar ou para ter acesso a certos serviços, estaria produzindo uma discriminação efetiva contra todos aqueles que não foram vacinados. A solução, neste caso, é que o certificado não seja obrigatório para essas atividades, mas sim uma alternativa a outros processos de triagem, e que haja acesso massivo a exames diagnósticos para a Covid-19.
Privacidade
O terceiro desafio concentra-se na divulgação de dados pessoais. É importante garantir a privacidade dos dados para que sejam utilizados apenas para o fim o qual foram concebidos e que não sejam do domínio público sem o consentimento das pessoas que os possuem.
Por outro lado, é difícil garantir a identidade do titular do certificado. Foi proposta uma solução para vincular certificados a registros de identidade, mas nem todos os países os usam. Além disso, um grande número de pessoas em todo o mundo não possui documentos de identidade básicos. A falsificação de certificados é uma ameaça muito real contra a qual soluções específicas de contexto terão que ser desenvolvidas.
A solução da União Europeia
Neste contexto, a União Europeia parece ter resolvido os desafios na concepção do passaporte imunitário que entrará em vigor a 1º de julho, o denominado “Certificado Digital Covid da EU”, e que permitirá simplesmente comprovar que uma pessoa foi vacinado contra Covid-19; ou foi realizado um teste que deu negativo; ou se recuperou da doença.
O documento será de fácil acesso, gratuito e não será necessário viajar pela Europa, apenas facilitará os procedimentos. Quem não tem o certificado poderá continuar a viajar, embora sujeito às condições de cada Estado-membro, o que teoricamente pode gerar desigualdades.
Por outro lado, a UE irá mobilizar 100 milhões de euros para fornecer exames acessíveis aos países do bloco. Será um certificado único para toda a União Europeia, embora, em princípio, não seja utilizado para viagens para fora das suas fronteiras. No caso, é preciso esperar até o próximo mês para ver se o passaporte imunológico europeu supera os desafios desse tipo de certificado.
Fonte: ASCOM
Uma mulher foi presa na noite de sábado (30), suspeita de tráfico de drogas em Rio de…
O Deputado Federal Charles Fernandes (PSD), entregou ao lado do prefeito Dr. Gimmy, e do vice Manoel…
No município de Guanambi, até a data atual foram confirmados 10.942 casos de COVID-19. Entre eles, 129…
Na noite desta sexta-feira (29), por volta das 20h, um homem foi preso pela Companhia Independente de…
Na tarde desta sexta-feira (29), por volta das 13h, a Guarnição de serviço no Pelotão de Urandi…
Investir na qualidade da educação é promover cidadania, inclusão social e construir um futuro mais promissor para crianças e adolescentes do município de Guajeru. Com…
Na sessão ordinária realizada nesta terça-feira (14), a Câmara Municipal de Guanambi aprovou o Projeto de Lei nº 023/2026, de autoria do Poder Executivo, que trata…
Na manhã desta segunda-feira (13), por determinação do prefeito Nal Azevedo — após contato com inúmeras lideranças, populares da zona rural e vereadores locais —,…
O deputado federal Charles Fernandes (PSD) utilizou a tribuna da Câmara dos Deputados para repercutir demandas da população encaminhadas ao seu mandato, com destaque para…
Morreu neste domingo (12) a adolescente Karine Gomes Pereira, de 17 anos, que estava internada após sofrer um grave acidente de trânsito ocorrido na noite da…
O município de Igaporã, no sudoeste da Bahia, recebeu novos investimentos em infraestrutura e saúde na manhã deste sábado (11). Em ato realizado em frente…
A Prefeitura Municipal de Urandi prepara mais etapa de entrega de obras públicas no próximo sábado (18). O evento que marca mais um compromisso da…
Em nota enviada ao site iGuanambi, a Azul Linhas Aéreas informou que, por questões operacionais, irá modificar a operação da rota entre Guanambi e Salvador…
O prefeito Arnaldo Azevedo assinou, no último dia 9, um despacho administrativo autorizando a abertura de processo licitatório para a seleção de empresa especializada na…
Uma importante reunião foi realizada na última sexta-feira (10), no gabinete do Secretário de Administração, Anderson Ribeiro. O encontro contou com a presença dos secretários…
O deputado federal Charles Fernandes (PSD) participou das comemorações de emancipação política dos municípios de Pindaí e Sebastião Laranjeiras, acompanhando a programação festiva e mantendo…
Vem aí a maior premiação de um festival de músicas inéditas do Brasil. A partir desta quarta-feira, 8 de abril, estão abertas as inscrições para…
O município de Guanambi passa a contar com um veículo do MobSUAS, iniciativa do Governo Federal destinada ao fortalecimento da rede de assistência social. A…
O trabalho da deputada Ivana Bastos segue garantindo avanços importantes para o homem e a mulher do campo. No último sábado (11), a parlamentar esteve…
A comunidade do Núcleo 2 será contemplada com um mutirão oftalmológico no próximo dia 22 de abril, ampliando o acesso da população a exames e…










Desde março de 2020, quando a OMS declarou a Covid-19 uma pandemia, nossas sociedades tiveram que conviver com medidas excepcionais de controle epidemiológico que incluem a restrição de direitos fundamentais como a liberdade de ir e vir.
A maioria dos países impôs medidas rígidas que frequentemente incluíram o fechamento de espaços públicos – com o consequente prejuízo econômico que estas ações causaram – além das restrições à circulação dentro do próprio território e entre as nações estrangeiras.
Para ver esta situação excepcional chegar ao fim o mais rapidamente possível, várias alternativas de reabertura foram consideradas sem negligenciar a saúde da população. Uma dessas opções são os chamados passaportes imunológicos, sistemas que identificam e facilitam a movimentação da população imunizada contra a SARS-CoV-2.
Embora este documento já tenha sido adotado em relação a doenças como febre amarela ou poliomielite, no caso da Covid-19 sua introdução tem consequências éticas e práticas que devem ser seriamente consideradas antes de se tomar uma decisão sobre o melhor modelo.
Porque o passaporte Covid-19 pode ser uma solução?
Com treze vacinas aprovadas em diferentes países e a maior campanha de vacinação da história mundial em andamento, o passaporte imune se apresenta como uma opção realista e aceitável.
O uso de um certificado de vacinação como passaporte Covid-19 apresenta três vantagens importantes. Em primeiro lugar, sua confiabilidade. Como as pessoas vacinadas adquirem altas taxas de imunidade e transmitem menos o vírus, elas podem dispensar medidas como distância social e uso de máscaras, como já é visto em Israel e nos Estados Unidos, sem representar risco significativo para a saúde e segurança de seu entorno.
Em segundo lugar, essa certificação de vacina representa uma possibilidade realista de acelerar a reabertura de forma relativamente segura e, assim, iniciar a tão esperada recuperação econômica. Sem os passaportes de imunidade, a redução das restrições deve ser pautada pela redução dos casos, comprometimento das equipes médicas e ocupação hospitalar e, por fim, imunidade coletiva. Essa fórmula, entretanto, permite acelerar a abertura no curto prazo, mitigando as consequências da crise econômica.
Finalmente, se um certificado baseado em infecção pode promover o contágio, também pode-se argumentar que um passaporte baseado em imunização incentiva a vacinação em populações relutantes.
Nacionalismo da vacina
É importante ter em mente que os passaportes imunológicos apresentam uma série de desafios que precisam ser enfrentados.
O primeiro diz respeito ao nacionalismo das vacinas e à falta de cooperação internacional para sua distribuição, o que corre o risco de se repetir quando se trata de emitir certificados de vacinação.
Diferentes países e instituições já emitiram seus próprios passaportes imunológicos, como a China, com seu “certificado sanitário internacional para viagens” e o “passaporte verde” de Israel. Cada um destes documentos é válido para certas vacinas que variam por país, o que pode se traduzir na falta de reconhecimento internacional dos certificados, de modo que não seriam inteiramente úteis para reabrir o trânsito global.
Quanto tempo vai durar o passaporte Covid-19?
Não existe nenhuma informação que determine por quanto tempo dura a imunidade conferida por cada vacina, portanto não é possível ter certeza de quanto tempo os certificados serão válidos. Para enfrentar esse desafio, a chave está na cooperação global e no compartilhamento de informações.
Como evitar discriminação
Outro desafio a levar em conta é a possível criação de desigualdades: dentro dos próprios países e entre eles. Enquanto a imunidade coletiva não for alcançada, haverá um grupo de pessoas vacinadas e outro de não vacinadas nos países, geralmente respondendo aos planos de vacinação do seu governo.
Espera-se que essa imunidade seja alcançada em países de alta renda por volta de 2022, mas em países de baixa e média renda a data estimada é 2024 – embora possam diferir dependendo de vários fatores, como diferentes variantes do vírus.
Se um certificado de vacinação é essencial para viajar ou para ter acesso a certos serviços, estaria produzindo uma discriminação efetiva contra todos aqueles que não foram vacinados. A solução, neste caso, é que o certificado não seja obrigatório para essas atividades, mas sim uma alternativa a outros processos de triagem, e que haja acesso massivo a exames diagnósticos para a Covid-19.
Privacidade
O terceiro desafio concentra-se na divulgação de dados pessoais. É importante garantir a privacidade dos dados para que sejam utilizados apenas para o fim o qual foram concebidos e que não sejam do domínio público sem o consentimento das pessoas que os possuem.
Por outro lado, é difícil garantir a identidade do titular do certificado. Foi proposta uma solução para vincular certificados a registros de identidade, mas nem todos os países os usam. Além disso, um grande número de pessoas em todo o mundo não possui documentos de identidade básicos. A falsificação de certificados é uma ameaça muito real contra a qual soluções específicas de contexto terão que ser desenvolvidas.
A solução da União Europeia
Neste contexto, a União Europeia parece ter resolvido os desafios na concepção do passaporte imunitário que entrará em vigor a 1º de julho, o denominado “Certificado Digital Covid da EU”, e que permitirá simplesmente comprovar que uma pessoa foi vacinado contra Covid-19; ou foi realizado um teste que deu negativo; ou se recuperou da doença.
O documento será de fácil acesso, gratuito e não será necessário viajar pela Europa, apenas facilitará os procedimentos. Quem não tem o certificado poderá continuar a viajar, embora sujeito às condições de cada Estado-membro, o que teoricamente pode gerar desigualdades.
Por outro lado, a UE irá mobilizar 100 milhões de euros para fornecer exames acessíveis aos países do bloco. Será um certificado único para toda a União Europeia, embora, em princípio, não seja utilizado para viagens para fora das suas fronteiras. No caso, é preciso esperar até o próximo mês para ver se o passaporte imunológico europeu supera os desafios desse tipo de certificado.
Fonte: ASCOM
Investir na qualidade da educação é promover cidadania, inclusão social e construir um futuro mais promissor para…
Na sessão ordinária realizada nesta terça-feira (14), a Câmara Municipal de Guanambi aprovou o Projeto de Lei nº…
Na manhã desta segunda-feira (13), por determinação do prefeito Nal Azevedo — após contato com inúmeras lideranças,…
O deputado federal Charles Fernandes (PSD) utilizou a tribuna da Câmara dos Deputados para repercutir demandas da…
Morreu neste domingo (12) a adolescente Karine Gomes Pereira, de 17 anos, que estava internada após sofrer um…
Investir na qualidade da educação é promover cidadania, inclusão social e construir um futuro mais promissor para crianças e adolescentes do município de Guajeru. Com…
Na sessão ordinária realizada nesta terça-feira (14), a Câmara Municipal de Guanambi aprovou o Projeto de Lei nº 023/2026, de autoria do Poder Executivo, que trata…
Na manhã desta segunda-feira (13), por determinação do prefeito Nal Azevedo — após contato com inúmeras lideranças, populares da zona rural e vereadores locais —,…
O deputado federal Charles Fernandes (PSD) utilizou a tribuna da Câmara dos Deputados para repercutir demandas da população encaminhadas ao seu mandato, com destaque para…
Morreu neste domingo (12) a adolescente Karine Gomes Pereira, de 17 anos, que estava internada após sofrer um grave acidente de trânsito ocorrido na noite da…
O município de Igaporã, no sudoeste da Bahia, recebeu novos investimentos em infraestrutura e saúde na manhã deste sábado (11). Em ato realizado em frente…
A Prefeitura Municipal de Urandi prepara mais etapa de entrega de obras públicas no próximo sábado (18). O evento que marca mais um compromisso da…
Em nota enviada ao site iGuanambi, a Azul Linhas Aéreas informou que, por questões operacionais, irá modificar a operação da rota entre Guanambi e Salvador…
O prefeito Arnaldo Azevedo assinou, no último dia 9, um despacho administrativo autorizando a abertura de processo licitatório para a seleção de empresa especializada na…
Uma importante reunião foi realizada na última sexta-feira (10), no gabinete do Secretário de Administração, Anderson Ribeiro. O encontro contou com a presença dos secretários…
O deputado federal Charles Fernandes (PSD) participou das comemorações de emancipação política dos municípios de Pindaí e Sebastião Laranjeiras, acompanhando a programação festiva e mantendo…
Vem aí a maior premiação de um festival de músicas inéditas do Brasil. A partir desta quarta-feira, 8 de abril, estão abertas as inscrições para…
O município de Guanambi passa a contar com um veículo do MobSUAS, iniciativa do Governo Federal destinada ao fortalecimento da rede de assistência social. A…
O trabalho da deputada Ivana Bastos segue garantindo avanços importantes para o homem e a mulher do campo. No último sábado (11), a parlamentar esteve…
A comunidade do Núcleo 2 será contemplada com um mutirão oftalmológico no próximo dia 22 de abril, ampliando o acesso da população a exames e…