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Imunizados contra Covid representam 3,6% dos mortos pela doença desde fevereiro

Desde o início da imunização no Brasil, os mortos pela Covid-19 que estavam com o esquema vacinal completo representam 3,68% dos registros de óbitos pela doença. O dado foi levantado por cientistas Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp) por meio da plataforma de monitoramento Info Tracker com base em números do Ministério da Saúde.

Os cientistas consideraram o período de fevereiro a julho quando as primeiras pessoas completaram o esquema vacinal após receber a segunda dose.

A morte do ator Tarcísio Meira, aos 85 anos, por Covid-19 e após tomar as duas doses da vacina criou burburinho nas redes sociais. Mas os dados mostram que atualmente, as mortes por Covid-19 no Brasil têm envolvido majoritariamente pessoas não vacinadas.

O estudo identificou que 9.878 pessoas que morreram pela infecção por SARS-CoV-2, e representam 3,68% de todos os mortos pela doença no período analisado.

O levantamento também mostra que 28.660 pessoas vacinadas foram internadas. O número representa quase 3% do mais de um milhão de casos que a infecção levou à hospitalização.

Os idosos com mais de 70 anos são as principais vítimas. Segundo o estudo, 8.734 das pessoas imunizadas que morreram tinham a partir desta faixa etária e 23 mil que foram internadas já tinham recebido as duas doses.

O Instituto Butantan, produtor da Coronavac, uma das vacinas em uso no Brasil, destacou que os dados confirmam que a vacinação contra a Covid-19, seja com o imunizante que estiver disponível, contribui radicalmente para reduzir o número de casos graves, internações e mortes causadas pela doença.

O instituto destaca que os imunizantes não protegem contra infecção e não impedem que o vírus seja transmitido. Diante disso, enquanto o SARS-CoV-2 continuar circulando livremente como acontece atualmente no país, as pessoas vão continuar ficando doentes e nem todos vão resistir à infecção, mesmo estando vacinados.

“A grande preocupação no momento é atingir o máximo possível de imunização da população e com a maior velocidade possível. Esse é o objetivo atual. Com isso, você garante frear a pandemia”, explica a diretora do Centro de Desenvolvimento e Inovação do Butantan, Ana Marisa Chudzinski.

Fonte: Bahia Notícias

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