Guanambi registra mais 28 casos e atinge 951 infectados pela covid-19; 889 estão recuperados
No município de Guanambi, até a data atual foram confirmados 951 casos de COVID-19, sendo 464 homens…
Depois de passar por revisões, o saldo de empregos formais gerados no Brasil, em 2020, caiu quase pela metade se comparado ao número divulgado inicialmente pelo governo federal. É o que indicam as estatísticas do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). O saldo mede a diferença entre contratações e demissões no mercado de trabalho com carteira assinada.
Segundo dados divulgados em janeiro pelo Ministério da Economia, o indicador havia ficado positivo em 142.690 vagas no ano passado.
O número decorreu da diferença entre 15.166.221 admissões e 15.023.531 desligamentos.
O dado positivo foi amplamente comemorado pelo governo, já que a pandemia atingiu em cheio a atividade econômica em 2020. A questão é que a diferença ficou bem mais enxuta após as revisões, mesmo que continue no campo positivo.
Após o registro das novas informações, o saldo do ano passado encolheu 46,8%, para 75.883 vagas criadas. O resultado diminuiu devido ao aumento nos registros de demissões.
O número de cortes ficou 2,2% maior em relação ao divulgado inicialmente, pulando para 15.361.234. Já as contratações aumentaram 1,8%, para 15.437.117.
Empresas que perderam o prazo para declaração das informações podem enviar os dados ao governo fora do período em questão.
Os atrasos costumam ser corriqueiros, mas a magnitude da revisão chama atenção, analisa o economista Daniel Duque, do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas).
Em 2020, ano marcado pela chegada da pandemia, companhias atravessaram período de crise, e os números podem ter sido “subdeclarados” em um primeiro momento, conclui o pesquisador.
“Ao longo do ano passado, muitas empresas fecharam, principalmente após a primeira onda da pandemia, outras hibernaram ou paralisaram as operações. Então, fazer a lista de contratações e demissões para o Caged virou a última tarefa da lista de obrigações.”
Além do atraso usual e da situação agravada pela pandemia, houve o impacto da adaptação à nova metodologia do Caged, que entrou em vigor em 2020, diz o professor de Economia Sergio Firpo, do Insper.
Com a mudança, a pesquisa também passou a ser alimentada por informações provenientes do eSocial, o sistema de escrituração que unificou diversas obrigações dos empregadores.
“As empresas se adaptaram à mudança na metodologia com o passar do tempo”, aponta Firpo.
“Com as revisões, o saldo está mais próximo do que seria esperado. As demissões não foram maiores porque houve programas do governo para manutenção de empregos”, acrescenta.
Para o pesquisador Bruno Ottoni, da consultoria IDados, as revisões nos dados eram aguardadas devido à alteração metodológica e aos efeitos da pandemia, que paralisou atividades de empresas.
“O governo começou a coletar dados de uma nova plataforma [eSocial], mas nem todas as empresas estavam bem informadas sobre essa questão. Além disso, muitas estiveram paralisadas durante o ano passado. Então, o governo nem conseguia falar com elas”, aponta.
Em janeiro, ao divulgar os dados de 2020, o ministro Paulo Guedes (Economia) comemorou o saldo positivo superior a 100 mil vagas geradas, mesmo com a retração na atividade econômica causada pela Covid-19.
“De um lado, o auxílio emergencial fez a maior transferência direta de renda. E, por outro lado, o programa de empregos preservou 11 milhões de empregos”, disse Guedes à época.
O Caged traz informações apenas do mercado de trabalho formal. Por isso, tem diferenças em relação à pesquisa de desemprego do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
A Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), realizada pelo instituto, avalia tanto o setor formal quanto o informal.
Ao longo da pandemia, os dois levantamentos apontaram cenários considerados opostos. Enquanto o Caged mostrava geração de vagas com carteira, a Pnad indicava desemprego em elevação.
A diferença, segundo analistas, está relacionada ao fato de que os trabalhadores informais foram mais prejudicados logo após a chegada da pandemia. Autônomos sem CNPJ, por exemplo, não conseguiram vender produtos nas ruas e em eventos por conta das restrições.
Em julho, Guedes disse que o IBGE estava “na idade da pedra lascada”, em uma crítica à metodologia da Pnad Contínua. Em razão das restrições na pandemia, o instituto passou a usar entrevistas por telefone para calcular os números do mercado de trabalho.
Para o ministro da Economia, os dados do Caged mostravam que o Brasil estava criando empregos “muito rapidamente”. As críticas de Guedes ao IBGE foram rebatidas por analistas à época.
Em 2021, o Brasil acumula saldo de 2,5 milhões de empregos criados com carteira assinada, de janeiro a setembro, conforme o Caged.
Já a Pnad Contínua sinalizou taxa de desemprego de 13,2% no trimestre até agosto. O número de desempregados foi estimado em 13,7 milhões no país.
Na visão de Bruno Ottoni, da IDados, as revisões no saldo do Caged de 2020 não devem causar uma grande reversão nas expectativas para o crescimento do setor formal em 2021 e 2022. É que as revisões nos dados do ano passado já vinham sendo levadas em consideração.
Mas, segundo o analista, as estatísticas do IBGE mostram que o mercado de trabalho como um todo ainda carrega dificuldades.
Em nota, o Ministério do Trabalho e Previdência, recriado em julho, atribui a queda no saldo de empregos do Caged, em 2020, às revisões provocadas pelas declarações realizadas por empresas fora do prazo.
“Ressaltamos que, mesmo com a mencionada revisão, o saldo do Caged de 2020 se mantém positivo, em que pese o pior momento da pandemia da Covid-19”, aponta a pasta.
Segundo especialistas, a mudança metodológica no Caged, em 2020, inviabiliza a comparação com os anos anteriores.
“A entrada de dados fora do prazo acontece quando as empresas declaram as informações de admissão e demissão após a competência em que a movimentação se realizou”, relata o Ministério do Trabalho e Previdência.
“A possibilidade de realizar esse tipo de declaração já existia no antigo Caged, havendo uma ocorrência um pouco maior neste momento devido ao processo de transição para a declaração via eSocial, que ocorreu para um número significativo de empresas ao longo de 2021”, acrescenta.
A pasta afirma ainda que os dados anunciados “são reais e obedecem às informações declaradas pelas empresas, podendo ser ajustados para 2020 até o final de 2021”.
Na visão de especialistas, o saldo acumulado neste ano tende a passar por uma revisão inferior às de 2020. É que, além do impacto menor da pandemia na rotina dos negócios, as empresas estariam mais habituadas às declarações via eSocial.
“Imagino que, se houver revisão em 2021, será bem menor do que a de 2020”, projeta Sergio Firpo, do Insper.
Fonte: Bahia Notícias
No município de Guanambi, até a data atual foram confirmados 951 casos de COVID-19, sendo 464 homens…
Acompanhado do deputado federal Arthur Maia, o ex-governador Nilo Coelho se reunirá nesta terça-feira (27) com os…
No dia 19/10, por volta das 20:00h, a coligação “A força do trabalho Junto com o povo”,…
Na última sexta-feira (23), por volta das 21:00h, a Polícia Militar tomou conhecimento que no Município de…
Um motociclista de 31 anos foi encontrado morto às margens da BR-122, em Urandi, no Sudoeste da Bahia, na…
A obra de revitalização do Cais de Malhada já é uma realidade. Foi publicado no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (19) o convênio para…
A Prefeitura de Urandi, por meio da Secretaria de Saúde, segue investindo e fortalecendo políticas públicas voltadas à ampliação da assistência à saúde dos munícipes….
Nos dias 20 e 21 de fevereiro, a Prefeitura de Iuiu realizará uma programação especial em comemoração ao 37º Aniversário de Emancipação Político-administrativa do município….
A Câmara Municipal de Guanambi realizará, na próxima terça-feira, dia 24 de fevereiro de 2026, às 9h da manhã, a Sessão de Abertura do Ano Legislativo…
Mesmo com o período de carnaval, as ações administrativas seguem em Iuiu. Em plena terça-feira de carnaval, a prefeita Valdinha esteve acompanhando de perto as…
Na tarde desta sexta-feira (13), por volta das 17h40, a Polícia Militar da Bahia, por meio do 4º Pelotão da 94ª CIPM, prendeu dois indivíduos…
A melhoria da logística rodoviária na região sudoeste e oeste da Bahia tem contribuído para o fortalecimento do turismo. Pessoas que antes preferiam destinos como…
A partir do dia 13 de fevereiro de 2026, os Correios irão implantar o CEP por logradouro em mais cinco municípios do interior da Bahia….
A Prefeitura de Iuiu, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, em parceria com o Estado e o Programa Brasil Sorridente, promoveu mais uma ação…
Os indicadores do processo educacional de Pindaí têm registrado avanços contínuos, consolidando as políticas públicas do setor como instrumento de compromisso da gestão municipal, da…
Na tarde da última terça-feira, DIA 10, a OAB Subseção Guanambi promoveu a primeira solenidade de entrega de carteiras do ano de 2026, marcando o…
O prefeito João Vítor, de Riacho de Santana, esteve em Salvador, na Secretaria de Infraestrutura do Estado (Seinfra), onde participou de agenda com o secretário…
Nesta terça-feira, 10 de fevereiro, foi realizado no CRAS II o lançamento do Projeto Comida no Prato. A ação é resultado de uma parceria entre…
O município de Matina recebeu, nesta sexta-feira (06), novas ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). A entrega oficial ocorreu durante cerimônia realizada…
Com foco na preparação dos profissionais da rede municipal para o início do ano letivo, a Prefeitura Municipal de Malhada, por meio da Secretaria de…
Depois de passar por revisões, o saldo de empregos formais gerados no Brasil, em 2020, caiu quase pela metade se comparado ao número divulgado inicialmente pelo governo federal. É o que indicam as estatísticas do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). O saldo mede a diferença entre contratações e demissões no mercado de trabalho com carteira assinada.
Segundo dados divulgados em janeiro pelo Ministério da Economia, o indicador havia ficado positivo em 142.690 vagas no ano passado.
O número decorreu da diferença entre 15.166.221 admissões e 15.023.531 desligamentos.
O dado positivo foi amplamente comemorado pelo governo, já que a pandemia atingiu em cheio a atividade econômica em 2020. A questão é que a diferença ficou bem mais enxuta após as revisões, mesmo que continue no campo positivo.
Após o registro das novas informações, o saldo do ano passado encolheu 46,8%, para 75.883 vagas criadas. O resultado diminuiu devido ao aumento nos registros de demissões.
O número de cortes ficou 2,2% maior em relação ao divulgado inicialmente, pulando para 15.361.234. Já as contratações aumentaram 1,8%, para 15.437.117.
Empresas que perderam o prazo para declaração das informações podem enviar os dados ao governo fora do período em questão.
Os atrasos costumam ser corriqueiros, mas a magnitude da revisão chama atenção, analisa o economista Daniel Duque, do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas).
Em 2020, ano marcado pela chegada da pandemia, companhias atravessaram período de crise, e os números podem ter sido “subdeclarados” em um primeiro momento, conclui o pesquisador.
“Ao longo do ano passado, muitas empresas fecharam, principalmente após a primeira onda da pandemia, outras hibernaram ou paralisaram as operações. Então, fazer a lista de contratações e demissões para o Caged virou a última tarefa da lista de obrigações.”
Além do atraso usual e da situação agravada pela pandemia, houve o impacto da adaptação à nova metodologia do Caged, que entrou em vigor em 2020, diz o professor de Economia Sergio Firpo, do Insper.
Com a mudança, a pesquisa também passou a ser alimentada por informações provenientes do eSocial, o sistema de escrituração que unificou diversas obrigações dos empregadores.
“As empresas se adaptaram à mudança na metodologia com o passar do tempo”, aponta Firpo.
“Com as revisões, o saldo está mais próximo do que seria esperado. As demissões não foram maiores porque houve programas do governo para manutenção de empregos”, acrescenta.
Para o pesquisador Bruno Ottoni, da consultoria IDados, as revisões nos dados eram aguardadas devido à alteração metodológica e aos efeitos da pandemia, que paralisou atividades de empresas.
“O governo começou a coletar dados de uma nova plataforma [eSocial], mas nem todas as empresas estavam bem informadas sobre essa questão. Além disso, muitas estiveram paralisadas durante o ano passado. Então, o governo nem conseguia falar com elas”, aponta.
Em janeiro, ao divulgar os dados de 2020, o ministro Paulo Guedes (Economia) comemorou o saldo positivo superior a 100 mil vagas geradas, mesmo com a retração na atividade econômica causada pela Covid-19.
“De um lado, o auxílio emergencial fez a maior transferência direta de renda. E, por outro lado, o programa de empregos preservou 11 milhões de empregos”, disse Guedes à época.
O Caged traz informações apenas do mercado de trabalho formal. Por isso, tem diferenças em relação à pesquisa de desemprego do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
A Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), realizada pelo instituto, avalia tanto o setor formal quanto o informal.
Ao longo da pandemia, os dois levantamentos apontaram cenários considerados opostos. Enquanto o Caged mostrava geração de vagas com carteira, a Pnad indicava desemprego em elevação.
A diferença, segundo analistas, está relacionada ao fato de que os trabalhadores informais foram mais prejudicados logo após a chegada da pandemia. Autônomos sem CNPJ, por exemplo, não conseguiram vender produtos nas ruas e em eventos por conta das restrições.
Em julho, Guedes disse que o IBGE estava “na idade da pedra lascada”, em uma crítica à metodologia da Pnad Contínua. Em razão das restrições na pandemia, o instituto passou a usar entrevistas por telefone para calcular os números do mercado de trabalho.
Para o ministro da Economia, os dados do Caged mostravam que o Brasil estava criando empregos “muito rapidamente”. As críticas de Guedes ao IBGE foram rebatidas por analistas à época.
Em 2021, o Brasil acumula saldo de 2,5 milhões de empregos criados com carteira assinada, de janeiro a setembro, conforme o Caged.
Já a Pnad Contínua sinalizou taxa de desemprego de 13,2% no trimestre até agosto. O número de desempregados foi estimado em 13,7 milhões no país.
Na visão de Bruno Ottoni, da IDados, as revisões no saldo do Caged de 2020 não devem causar uma grande reversão nas expectativas para o crescimento do setor formal em 2021 e 2022. É que as revisões nos dados do ano passado já vinham sendo levadas em consideração.
Mas, segundo o analista, as estatísticas do IBGE mostram que o mercado de trabalho como um todo ainda carrega dificuldades.
Em nota, o Ministério do Trabalho e Previdência, recriado em julho, atribui a queda no saldo de empregos do Caged, em 2020, às revisões provocadas pelas declarações realizadas por empresas fora do prazo.
“Ressaltamos que, mesmo com a mencionada revisão, o saldo do Caged de 2020 se mantém positivo, em que pese o pior momento da pandemia da Covid-19”, aponta a pasta.
Segundo especialistas, a mudança metodológica no Caged, em 2020, inviabiliza a comparação com os anos anteriores.
“A entrada de dados fora do prazo acontece quando as empresas declaram as informações de admissão e demissão após a competência em que a movimentação se realizou”, relata o Ministério do Trabalho e Previdência.
“A possibilidade de realizar esse tipo de declaração já existia no antigo Caged, havendo uma ocorrência um pouco maior neste momento devido ao processo de transição para a declaração via eSocial, que ocorreu para um número significativo de empresas ao longo de 2021”, acrescenta.
A pasta afirma ainda que os dados anunciados “são reais e obedecem às informações declaradas pelas empresas, podendo ser ajustados para 2020 até o final de 2021”.
Na visão de especialistas, o saldo acumulado neste ano tende a passar por uma revisão inferior às de 2020. É que, além do impacto menor da pandemia na rotina dos negócios, as empresas estariam mais habituadas às declarações via eSocial.
“Imagino que, se houver revisão em 2021, será bem menor do que a de 2020”, projeta Sergio Firpo, do Insper.
Fonte: Bahia Notícias
A obra de revitalização do Cais de Malhada já é uma realidade. Foi publicado no Diário Oficial…
A Prefeitura de Urandi, por meio da Secretaria de Saúde, segue investindo e fortalecendo políticas públicas voltadas…
Nos dias 20 e 21 de fevereiro, a Prefeitura de Iuiu realizará uma programação especial em comemoração…
A Câmara Municipal de Guanambi realizará, na próxima terça-feira, dia 24 de fevereiro de 2026, às 9h da…
Mesmo com o período de carnaval, as ações administrativas seguem em Iuiu. Em plena terça-feira de carnaval,…
A obra de revitalização do Cais de Malhada já é uma realidade. Foi publicado no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (19) o convênio para…
A Prefeitura de Urandi, por meio da Secretaria de Saúde, segue investindo e fortalecendo políticas públicas voltadas à ampliação da assistência à saúde dos munícipes….
Nos dias 20 e 21 de fevereiro, a Prefeitura de Iuiu realizará uma programação especial em comemoração ao 37º Aniversário de Emancipação Político-administrativa do município….
A Câmara Municipal de Guanambi realizará, na próxima terça-feira, dia 24 de fevereiro de 2026, às 9h da manhã, a Sessão de Abertura do Ano Legislativo…
Mesmo com o período de carnaval, as ações administrativas seguem em Iuiu. Em plena terça-feira de carnaval, a prefeita Valdinha esteve acompanhando de perto as…
Na tarde desta sexta-feira (13), por volta das 17h40, a Polícia Militar da Bahia, por meio do 4º Pelotão da 94ª CIPM, prendeu dois indivíduos…
A melhoria da logística rodoviária na região sudoeste e oeste da Bahia tem contribuído para o fortalecimento do turismo. Pessoas que antes preferiam destinos como…
A partir do dia 13 de fevereiro de 2026, os Correios irão implantar o CEP por logradouro em mais cinco municípios do interior da Bahia….
A Prefeitura de Iuiu, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, em parceria com o Estado e o Programa Brasil Sorridente, promoveu mais uma ação…
Os indicadores do processo educacional de Pindaí têm registrado avanços contínuos, consolidando as políticas públicas do setor como instrumento de compromisso da gestão municipal, da…
Na tarde da última terça-feira, DIA 10, a OAB Subseção Guanambi promoveu a primeira solenidade de entrega de carteiras do ano de 2026, marcando o…
O prefeito João Vítor, de Riacho de Santana, esteve em Salvador, na Secretaria de Infraestrutura do Estado (Seinfra), onde participou de agenda com o secretário…
Nesta terça-feira, 10 de fevereiro, foi realizado no CRAS II o lançamento do Projeto Comida no Prato. A ação é resultado de uma parceria entre…
O município de Matina recebeu, nesta sexta-feira (06), novas ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). A entrega oficial ocorreu durante cerimônia realizada…
Com foco na preparação dos profissionais da rede municipal para o início do ano letivo, a Prefeitura Municipal de Malhada, por meio da Secretaria de…