Ainda segundo a polícia a investigação começou em 2022, quando um dos investigados se passou por um aposentado do INSS e conseguiu, através de documentos falsos, um empréstimo consignado em uma agência da Caixa. Em seguida, o homem enviou os valores para uma terceira conta corrente aberta em outra instituição financeira, também em nome da vítima.
A investigação apontou que um dos suspeitos já responde a mais de cinco processos criminais do mesmo tipo e que ele foi responsável pela fabricação das identidades falsas utilizadas.
Além dos mandados judiciais, também foi determinado o bloqueio judicial de R$ 31.862,75 das contas e bens dos investigados.
Os suspeitos são investigados por associação criminosa, falsificação de documento público e estelionato qualificado. As penas máximas podem somar mais de 15 anos de prisão.
Fonte: Ascom PF