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Bamin foca em atrair agro e outros produtos para FIOL

A Bahia Mineração S.A. (Bamin) segue na expectativa para a implantação do corredor logístico para o Estado, que deve impulsionar diversos setores e fomentando o desenvolvimento socioeconômico nos municípios por onde passa: a Ferrovia Oeste-Leste (FIOL).

A FIOL 1 terá capacidade para movimentar 60 milhões de toneladas de carga por ano. A Bamin utilizará 40% desse potencial no transporte do minério produzido pela Mina Pedra de Ferro, disponibilizando o restante do volume potencial para o escoamento da produção de outras mineradoras, do agronegócio e demais segmentos industriais do estado.

“Nosso produto será importante para tirar a infraestrutura do papel, para a primeira fase. O pico de produção da Bamin não vai usar nem metade da capacidade da Fiol, então é parte do nosso trabalho buscar outras cargas”, diz Gustavo Cota, diretor de Operações Ferroviárias da Bamin, ao programa Política & Economia, do jornal Correio.

Em 2021, o trecho 1 foi concedido à Bamin, após a vitória em um leilão, para que a empresa conclua as obras restantes e opere o corredor logístico por 35 anos.

“É bastante comum que os projetos de mineração se deparem com a falta de infraestrutura adequada para o escoamento e que as empresas do setor acabem desenvolvendo essa logística. No caso da Bamin, a Fiol e o Porto Sul se mostraram a solução mais adequada e eficiente par ao volume que será produzido”, avalia. “No caso de minério de ferro, estamos falando sobre grandes volumes, são milhões de toneladas por ano”, explica.

Os 20 municípios por onde a ferrovia vai cortar serão impactados economicamente, de maneiras diferentes.

“Todos recebem royalties, tributos gerados pela prestação de serviços, além de outros impactos econômicos, como a contratação de mão de obra. […] Uma ferrovia é uma obra que cruza áreas bastante intensas e isso demanda uma série de serviços, como fornecimento de alimentação, segurança, entre outros, e movimenta toda a cadeia de serviços dos municípios”, diz o diretor.

Segundo ele, está prevista a instalação de um terminal intermodal em Caetité, que atenderá tanto a demanda de movimentação de minério de ferro, quanto de outros tipos de produtos.

“A gente pode receber grãos, é de lá também que poderão sair os fertilizantes importados pelo Porto Sul, para abastecer as áreas de produção do agronegócio da Bahia”, ressalta, citando ainda combustíveis, contêineres e todos os outros produtos que tiverem demanda.

Fonte: Bahia Econômica

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