Como havia informado com exclusividade o portal Bahia Econômica, a Bamin – Bahia Mineração, empresa responsável pela mineração de ferro em Caetité, na Bahia, e que detém a concessão para construção e operação da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol 1) está com alto grau de endividamento, com obras da ferrovia e do Porto Sul andando lentamente e com fornecedores se queixando da falta de pagamento de serviços.
Segundo o balanço de 2023, a Bamin tem um grau de endividamento alto, de R$ 2,5 bilhões, 94% dele referente a empréstimos. Vários fornecedores informaram ao Bahia Econômica que a Bamin está atrasando pagamentos, não vem contratando e as obras da Fiol e do Porto Sul estão praticamente paralisadas, com ações localizadas em poucos pontos.
Ciente disso, parte do governo federal está pressionando a Vale para que ela compre a mineradora de propriedade de um grupo no Cazaquistão. Segundo informação do colunista Lauro Jardim, de O Globo, a ideia é a Vale assumir como controladora da empresa, mas ter como sócios o BNDESPar e a Cedro, empresa do empresário mineiro Lucas Kallas. A área de M&A da Vale, responsável por fusões e aquisições, estuda o negócio, que ainda não chegou ao conselho da mineradora.
Para a Bahia, a entrada da Vale no negócio é positiva, já que atualmente a Bamin não tem condições de tocar o negócio. O problema é que a companhia tem uma relação ruim com a Bahia, por conta das operações com a Ferrovia Centro Atlântica. A expectativa é que a Vale entre, mas com vontade de investir.
Fonte: ASCOM
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