Com forte adesão desde que foi lançado — em novembro –, o uso do Pix, meio de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central brasileiro, já supera as modalidades mais tradicionais, como DOC, TED e boleto bancário.
Até o fim de março, o Pix já registrava 206,6 milhões de chaves. Nesse período, mais de 1 bilhão de transações já haviam movimentado R$ 787,2 bilhões.
As informações são do documento “Pix: o novo meio de pagamento brasileiro”, divulgado pelo Banco Central nesta quinta-feira (20).
“O elevado uso do Pix fica ainda mais evidente quando a sua taxa de adoção, definida como a quantidade de transações por habitante do país, é comparada com a de arranjos de pagamentos instantâneos em outros países”, destaca o BC.
Segundo a autoridade monetária, com menos de um ano de funcionamento, o Pix é o segundo meio de pagamentos instantâneos com adoção mais rápida.
“Tendo em vista a taxa de crescimento mensal do uso do Pix, espera-se que a taxa de adoção do Pix seja a maior já identificada, quando os dados completos do primeiro ano após a implementação estiverem disponíveis”, completa.
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