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Com o advento da mineração no Norte do Estado, cada vez mais tem se falado sobre os entraves para o escoamento produtivo dos produtos da região. Não fossem o abandono das antigas ferrovias que cortam o País e a falta de investimentos no modal, esta e outras localidades já estariam interligadas aos portos e dotadas de infraestrutura logística adequada, em vistas de maior competitividade e desenvolvimento econômico. Situação que pode mudar nos próximos anos, a partir da construção de ramais que conectem Minas Gerais à Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol).
A proposta da Bahia Mineração (Bamin), dona da mina Pedra de Ferro e parceira do governo da Bahia nas obras do Porto Sul (em Ilhéus), e que venceu o leilão para terminar e operar o trecho 1 da ferrovia parada há dez anos, é promover a integração entre o Norte de Minas e o Sul da Bahia por meio de um ramal ferroviário.
Antes, porém, a empresa pretende concluir as adequações na Fiol e colocá-la em operação – o que está previsto para 2025, a partir do transporte de mais de 18 milhões de toneladas de carga, entre grãos e, principalmente, o minério de ferro produzido na região de Caetité pela própria Bamin.
Quem explica é o CEO da TSX Group, Paulo Eduardo Pinto, empresa responsável pelo desenvolvimento estratégico dos projetos da Bamin. Segundo ele, o escoamento da produção do Norte de Minas via trilhos é a melhor opção tanto pelo perfil das cargas quanto pela distância dos portos. Mas lembrou que esse ramal depende, sobretudo, da operacionalização da Fiol.
“Este é um projeto secundário, que depende da execução do projeto primário, que é a construção e a operação da Fiol. A Bamin e outras mineradoras são detentoras de ativos minerários no Norte de Minas, que carecem de alternativa de escoamento produtivo. Nesta parte do Estado há boas reservas mineiras, projetos interessantes e potenciais que não se traduzem em resultados, porque falta uma boa logística de escoamento. Esta seria a solução”, diz.
O executivo lembra que a Fiol está prevista para operar em até cinco anos
e que com mais dois ou três, a construção de um ramal ligando o Norte de Minas e o Sul da Bahia já seria viável. Já a operação ocorreria em cerca de dez anos.
De maneira complementar, Paulo Eduardo Pinto diz que o projeto será discutido oportunamente com outras empresas detentoras de ativos minerários no Norte do Estado e que queiram participar do escoamento produtivo por meio da ferrovia. “A viabilidade econômica será decorrente do interesse de demais players, bem como de condições comerciais. Mas já existe esse debate de integração”, revela.
Concessão é fundamental para escoamento produtivo
O leilão da Fiol aconteceu em abril e, única a participar do certame, a Bamin será a concessionária de 537 quilômetros no trecho ferroviário entre Ilhéus e Caetité, na Bahia. Passando assim, a ser responsável pela finalização do empreendimento e operação do trecho 1, em uma concessão que vai durar 35 anos.
De acordo com o governo federal, ao todo serão investidos R$ 3,3 bilhões, sendo que R$ 1,6 bilhão será utilizado para a conclusão das obras, que estão com 80% de execução. Esses investimentos também vão contribuir para a criação de 55 mil empregos, entre diretos, indiretos e efeito-renda ao longo da concessão.
A expectativa é de que o trecho 1 da Fiol entre em operação em 2025, transportando mais de 18 milhões de toneladas de carga. Em dez anos, esse volume deve mais que dobrar, superando os 50 milhões de toneladas em 2035.
A ferrovia será o modal de transporte para cargas como minério de ferro, alimentos processados, cimento, combustíveis, soja em grão, farelo de soja, manufaturados, petroquímicos e outros minerais.
No início das operações, 16 locomotivas e 1,4 mil vagões estarão em operação, dos quais, pelo menos, 1,1 mil serão destinados ao escoamento de minério de ferro. Em dez anos, a expectativa é chegar a 34 locomotivas e 2.600 vagões.
Fonte: Diário do Comércio
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No início das operações, 16 locomotivas e 1,4 mil vagões estarão em operação, dos quais, pelo menos, 1,1 mil serão destinados ao escoamento de minério de ferro. Em dez anos, a expectativa é chegar a 34 locomotivas e 2.600 vagões.
Fonte: Diário do Comércio
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