Associação Baiana dos Produtores de Algodão anuncia novo presidente
[adning id=”2115″] A Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) tem novo presidente. O produtor Luiz Carlos…
O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (13) a Medida Provisória (MP) 1.162/2023, que retoma o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. Aprovada na forma do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 14/2023 e relatada pelo senador Efraim Filho (União-PB), a MP segue agora para a sanção da Presidência da República.
Criado em 2009, o programa foi extinto em 2020, quando foi substituído pelo Casa Verde e Amarela, do governo de Jair Bolsonaro. Por meio da MP 1.162/2023, o Minha Casa, Minha Vida foi retomado no início deste ano. A MP foi aprovada na Câmara dos Deputados na semana passada e perderia a validade já nesta quinta-feira (15).
De acordo com o senador Efraim Filho, o Minha Casa, Minha Vida busca ampliar a oferta de moradias, modernizar o setor e fortalecer os agentes públicos e privados ligados ao programa. Para isso, segundo o senador, o programa pretende ofertar moradia para as classes menos privilegiadas, com construções sustentáveis que possam gerar empregos e reduzir as desigualdades sociais e regionais.
— Dar teto a uma família que não tem onde morar é importantíssimo e é a prioridade número 1 do programa. Estamos entregando ao país uma legislação moderna e inclusiva, preocupada com a sustentabilidade econômica e ambiental — declarou o relator.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, destacou o trabalho do relator e classificou a MP como “muito importante”. O presidente da comissão mista que analisou a MP, senador Eduardo Braga (MDB-AM), disse que há cerca de 6 milhões de famílias que poderão ser beneficiadas com o programa. Na visão do senador Jayme Campos (União-MT), o programa é importante por ser uma política socialmente justa, além de ajudar no crescimento econômico do país.
— O acesso à casa própria deve ser encarado como política de Estado. Essa é uma questão fundamental para a sociedade brasileira — pontuou o senador.
O senador Izalci Lucas (PSDB-DF) manifestou apoio à MP, mas reclamou do pouco tempo de análise da matéria. O senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) também elogiou o programa, mas pediu a atenção do governo com a qualidade das construções.
Rogério Carvalho (PT-SE) exaltou a iniciativa do programa, que tem, segundo ele, o mérito de privilegiar a população de baixa renda e também ajudar a pauta econômica.
— Essa MP é fundamental para a classe mais baixa ter moradia, o que é um sonho de todo brasileiro — afirmou.
Conforme a MP, são três faixas de renda de beneficiados. Nas áreas urbanas, a faixa 1 destina-se a famílias com renda bruta familiar mensal de até R$ 2.640; a faixa 2 vai até R$ 4,4 mil; e a faixa 3 até R$ 8 mil. Em áreas rurais, os valores são equivalentes, mas contados anualmente devido à sazonalidade do rendimento nessas áreas. Assim, a faixa 1 abrangerá famílias com até R$ 31.680,00 anuais; a faixa 2 vai até R$ 52.800,00; e a faixa 3, até R$ 96 mil. A atualização dos valores poderá ser feita por ato do Ministério das Cidades, pasta que coordenará o programa.
Além dos fundos habitacionais, poderão financiar o programa recursos vindos de operações de crédito de iniciativa da União firmadas com organismos multilaterais de crédito (Banco dos Brics, por exemplo). O Orçamento poderá também alocar subvenções para assegurar o equilíbrio econômico-financeiro das operações realizadas pelos bancos participantes ou para parcerias público-privadas.
Durante a tramitação da MP pelo Congresso Nacional, foram feitas algumas alterações no texto original, como a permissão para uso de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para projetos relacionados à Regularização Fundiária Urbana (Reurb), como vias de acesso, iluminação pública, saneamento básico e drenagem de águas pluviais.
Outra mudança, aprovada por meio de um destaque na Câmara dos Deputados, foi a reinclusão no texto de uma exigência, voltada às construtoras que atuam no programa, de contratação de seguro pós-obra para cobrir eventuais danos estruturais nas unidades. A comissão mista havia retirado essa exigência.
No Senado, porém, o senador Flávio Arns (PSB-PR) alertou que o seguro pode encarecer muito o preço da obra, além de se mostrar, na prática, pouco útil. Eduardo Braga lembrou que havia um acordo na comissão mista para que a previsão desse seguro fosse retirada. De acordo com o líder do governo, senador Jaques Wagner (PT-BA), depois do envio do texto ao Congresso, o governo reconheceu a “desnecessidade” do dispositivo. O líder chamou a atenção para o pouco tempo de validade da MP, somente até esta quarta (14), e informou o compromisso de que o Executivo vetará o item.
O Minha Casa, Minha Vida será custeado por várias fontes e, quando o dinheiro na operação envolver o Orçamento da União, recursos do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS), do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS) ou do Fundo de Arrendamento Social (FAR), haverá prioridade para:
Adicionalmente, conforme a linha de atendimento, deverão ser observadas outras prioridades sociais, como as estipuladas no Estatuto da Igualdade Racial (Lei 12.288, de 2010). Os entes federados participantes poderão incluir outros requisitos e critérios de modo a refletir situações de vulnerabilidade econômica e social locais, se autorizado pelo Ministério das Cidades.
Os contratos e registros dos imóveis no âmbito do programa serão feitos prioritariamente no nome da mulher e, se ela for “chefe de família”, poderão ser firmados mesmo sem a outorga do cônjuge, exigência geral previstas no Código Civil.
O texto aprovado inova também quanto às obras paradas, que deverão contar com 5% dos recursos dos fundos específicos de habitação e de emendas parlamentares, outra fonte de recursos incluída pela Câmara dos Deputados. Além da retomada de obras, os recursos vinculados poderão ser utilizados para obras de requalificação e em municípios de até 50 mil habitantes.
A MP proíbe a concessão de subvenção econômica ao beneficiário que tiver financiamento do FGTS; for proprietário ou promitente comprador ou titular de usufruto ou arrendamento de imóvel residencial, regular, com padrão mínimo de edificação e de habitabilidade e dotado de saneamento básico e energia elétrica, em qualquer parte do país; ou que tenha recebido, nos últimos dez anos, benefícios similares, exceto os destinados à compra de material de construção e o Crédito Instalação concedido pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
No entanto, poderá se beneficiar do programa se tiver propriedade de imóvel residencial, ainda que por herança ou doação, em fração ideal de até 40%; se tiver perdido o único imóvel em situação de emergência ou calamidade formalmente reconhecida; ou se fizer parte de reassentamento, remanejamento ou substituição de moradia em razão de obras públicas.
Outra novidade no texto é a volta do tributo federal unificado de 1% incidente sobre a receita mensal de empreendimentos de construção e incorporação de imóveis residenciais de interesse social. Essa redução valeu até dezembro de 2018 e abrange o IRPJ, a CSLL, a Cofins e o PIS/Pasep. O tributo normal é de 4% para empreendimentos fora de programas habitacionais.
No entanto, diferentemente da última regra, que limita o valor do imóvel a R$ 100 mil, o texto do relator não fixa limite de valor, exigindo apenas que o imóvel seja destinado a beneficiários enquadrados na faixa urbano 1 do programa (renda bruta familiar mensal até R$ 2.640,00). Aportes eventuais de estados e municípios na construção considerados como receitas pagarão tributos nesse mesmo percentual.
Com informações da Agência Câmara de Notícias
Fonte: Agência Senado
[adning id=”2115″] A Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) tem novo presidente. O produtor Luiz Carlos…
[adning id=”2115″] A realização de um sonho para muitos – Ser PRF – se aproxima ainda mais…
[adning id=”2115″] Na manhã desta quinta-feira (7), no Povoado de Barrinha, Zona Rural de Carinhanha, as Polícias…
[adning id=”2115″] A Operação Deja Vu, deflagrada na manhã desta quinta-feira (7), por policiais da Civil e…
[adning id=”2115″] A Secretaria Municipal de Infraestrutura iniciará a retirada de veículos abandonados nas vias principais de…
A Prefeitura de Guanambi sancionou e publicou em 25/8, no Diário Oficial do Município, a Lei Complementar nº 30/2026, que criou o Programa de Incentivo…
A noite desta quarta-feira (2) foi marcada por força política, união e novas alianças em torno da candidatura de Silva Neto a deputado estadual. Em…
A Câmara de Vereadores de Pindaí realizou, na terça-feira, 1º de setembro, mais uma sessão ordinária, com votação de matérias encaminhadas pelo Poder Executivo Municipal….
O prefeito de Pindaí, João Veiga, participou, em Salvador, de um encontro realizado na sede da União dos Municípios da Bahia (UPB) para discutir os…
O deputado federal Charles Fernandes (PSD), candidato à reeleição, foi recebido na manhã desta terça-feira (1º) pelo prefeito de Sebastião Laranjeiras, Dr. Pedro Malheiros, em…
Pioneira em seu segmento em Guanambi, empresa comandada por Beto Abade e pelo filho Patrick construiu uma trajetória de quase dez anos, ampliou sua atuação…
A inauguração da Sala Lilás do Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Guanambi contou, na manhã desta terça-feira (1º), com a presença de representantes da…
A Prefeitura de Guanambi, por meio das secretarias de Planejamento e de Infraestrutura, está com os trâmites adiantados para a realização das obras de cobertura…
A Prefeitura de Guanambi, através da Secretaria Municipal de Planejamento, realizará, no próximo dia 16 de setembro, às 9h, exclusivamente por meio eletrônico, um leilão…
Fazendo jus à transparência e ao cuidado com o dinheiro público aplicado com planejamento e austeridade, a Prefeitura de Urandi teve suas contas referentes ao…
O prefeito Galego agradeceu aos deputados Charles Fernandes, Vitor Bonfim e Ângelo Almeida pela importante parceria que vem trazendo resultados concretos para Guajeru, especialmente para…
O deputado federal Charles Fernandes (PSD) participou de um grande ato político em Guanambi que marcou a agenda da chapa majoritária na região, com a…
O prefeito de Pindaí, João Veiga, anunciou nesta quarta-feira (26) a assinatura da ordem de serviço para a pavimentação asfáltica do trecho que liga o…
A comunidade de Brejo de São José, em Riacho de Santana, receberá uma nova ambulância para reforçar o atendimento de saúde aos moradores da localidade…
Durante reunião com seu grupo político, na última segunda-feira (24), em Guanambi, a presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Ivana Bastos (PSD), apresentou Vitor Bonfim…
O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (13) a Medida Provisória (MP) 1.162/2023, que retoma o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. Aprovada na forma do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 14/2023 e relatada pelo senador Efraim Filho (União-PB), a MP segue agora para a sanção da Presidência da República.
Criado em 2009, o programa foi extinto em 2020, quando foi substituído pelo Casa Verde e Amarela, do governo de Jair Bolsonaro. Por meio da MP 1.162/2023, o Minha Casa, Minha Vida foi retomado no início deste ano. A MP foi aprovada na Câmara dos Deputados na semana passada e perderia a validade já nesta quinta-feira (15).
De acordo com o senador Efraim Filho, o Minha Casa, Minha Vida busca ampliar a oferta de moradias, modernizar o setor e fortalecer os agentes públicos e privados ligados ao programa. Para isso, segundo o senador, o programa pretende ofertar moradia para as classes menos privilegiadas, com construções sustentáveis que possam gerar empregos e reduzir as desigualdades sociais e regionais.
— Dar teto a uma família que não tem onde morar é importantíssimo e é a prioridade número 1 do programa. Estamos entregando ao país uma legislação moderna e inclusiva, preocupada com a sustentabilidade econômica e ambiental — declarou o relator.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, destacou o trabalho do relator e classificou a MP como “muito importante”. O presidente da comissão mista que analisou a MP, senador Eduardo Braga (MDB-AM), disse que há cerca de 6 milhões de famílias que poderão ser beneficiadas com o programa. Na visão do senador Jayme Campos (União-MT), o programa é importante por ser uma política socialmente justa, além de ajudar no crescimento econômico do país.
— O acesso à casa própria deve ser encarado como política de Estado. Essa é uma questão fundamental para a sociedade brasileira — pontuou o senador.
O senador Izalci Lucas (PSDB-DF) manifestou apoio à MP, mas reclamou do pouco tempo de análise da matéria. O senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) também elogiou o programa, mas pediu a atenção do governo com a qualidade das construções.
Rogério Carvalho (PT-SE) exaltou a iniciativa do programa, que tem, segundo ele, o mérito de privilegiar a população de baixa renda e também ajudar a pauta econômica.
— Essa MP é fundamental para a classe mais baixa ter moradia, o que é um sonho de todo brasileiro — afirmou.
Conforme a MP, são três faixas de renda de beneficiados. Nas áreas urbanas, a faixa 1 destina-se a famílias com renda bruta familiar mensal de até R$ 2.640; a faixa 2 vai até R$ 4,4 mil; e a faixa 3 até R$ 8 mil. Em áreas rurais, os valores são equivalentes, mas contados anualmente devido à sazonalidade do rendimento nessas áreas. Assim, a faixa 1 abrangerá famílias com até R$ 31.680,00 anuais; a faixa 2 vai até R$ 52.800,00; e a faixa 3, até R$ 96 mil. A atualização dos valores poderá ser feita por ato do Ministério das Cidades, pasta que coordenará o programa.
Além dos fundos habitacionais, poderão financiar o programa recursos vindos de operações de crédito de iniciativa da União firmadas com organismos multilaterais de crédito (Banco dos Brics, por exemplo). O Orçamento poderá também alocar subvenções para assegurar o equilíbrio econômico-financeiro das operações realizadas pelos bancos participantes ou para parcerias público-privadas.
Durante a tramitação da MP pelo Congresso Nacional, foram feitas algumas alterações no texto original, como a permissão para uso de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para projetos relacionados à Regularização Fundiária Urbana (Reurb), como vias de acesso, iluminação pública, saneamento básico e drenagem de águas pluviais.
Outra mudança, aprovada por meio de um destaque na Câmara dos Deputados, foi a reinclusão no texto de uma exigência, voltada às construtoras que atuam no programa, de contratação de seguro pós-obra para cobrir eventuais danos estruturais nas unidades. A comissão mista havia retirado essa exigência.
No Senado, porém, o senador Flávio Arns (PSB-PR) alertou que o seguro pode encarecer muito o preço da obra, além de se mostrar, na prática, pouco útil. Eduardo Braga lembrou que havia um acordo na comissão mista para que a previsão desse seguro fosse retirada. De acordo com o líder do governo, senador Jaques Wagner (PT-BA), depois do envio do texto ao Congresso, o governo reconheceu a “desnecessidade” do dispositivo. O líder chamou a atenção para o pouco tempo de validade da MP, somente até esta quarta (14), e informou o compromisso de que o Executivo vetará o item.
O Minha Casa, Minha Vida será custeado por várias fontes e, quando o dinheiro na operação envolver o Orçamento da União, recursos do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS), do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS) ou do Fundo de Arrendamento Social (FAR), haverá prioridade para:
Adicionalmente, conforme a linha de atendimento, deverão ser observadas outras prioridades sociais, como as estipuladas no Estatuto da Igualdade Racial (Lei 12.288, de 2010). Os entes federados participantes poderão incluir outros requisitos e critérios de modo a refletir situações de vulnerabilidade econômica e social locais, se autorizado pelo Ministério das Cidades.
Os contratos e registros dos imóveis no âmbito do programa serão feitos prioritariamente no nome da mulher e, se ela for “chefe de família”, poderão ser firmados mesmo sem a outorga do cônjuge, exigência geral previstas no Código Civil.
O texto aprovado inova também quanto às obras paradas, que deverão contar com 5% dos recursos dos fundos específicos de habitação e de emendas parlamentares, outra fonte de recursos incluída pela Câmara dos Deputados. Além da retomada de obras, os recursos vinculados poderão ser utilizados para obras de requalificação e em municípios de até 50 mil habitantes.
A MP proíbe a concessão de subvenção econômica ao beneficiário que tiver financiamento do FGTS; for proprietário ou promitente comprador ou titular de usufruto ou arrendamento de imóvel residencial, regular, com padrão mínimo de edificação e de habitabilidade e dotado de saneamento básico e energia elétrica, em qualquer parte do país; ou que tenha recebido, nos últimos dez anos, benefícios similares, exceto os destinados à compra de material de construção e o Crédito Instalação concedido pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
No entanto, poderá se beneficiar do programa se tiver propriedade de imóvel residencial, ainda que por herança ou doação, em fração ideal de até 40%; se tiver perdido o único imóvel em situação de emergência ou calamidade formalmente reconhecida; ou se fizer parte de reassentamento, remanejamento ou substituição de moradia em razão de obras públicas.
Outra novidade no texto é a volta do tributo federal unificado de 1% incidente sobre a receita mensal de empreendimentos de construção e incorporação de imóveis residenciais de interesse social. Essa redução valeu até dezembro de 2018 e abrange o IRPJ, a CSLL, a Cofins e o PIS/Pasep. O tributo normal é de 4% para empreendimentos fora de programas habitacionais.
No entanto, diferentemente da última regra, que limita o valor do imóvel a R$ 100 mil, o texto do relator não fixa limite de valor, exigindo apenas que o imóvel seja destinado a beneficiários enquadrados na faixa urbano 1 do programa (renda bruta familiar mensal até R$ 2.640,00). Aportes eventuais de estados e municípios na construção considerados como receitas pagarão tributos nesse mesmo percentual.
Com informações da Agência Câmara de Notícias
Fonte: Agência Senado
A Prefeitura de Guanambi sancionou e publicou em 25/8, no Diário Oficial do Município, a Lei Complementar…
A noite desta quarta-feira (2) foi marcada por força política, união e novas alianças em torno da…
A Câmara de Vereadores de Pindaí realizou, na terça-feira, 1º de setembro, mais uma sessão ordinária, com…
O prefeito de Pindaí, João Veiga, participou, em Salvador, de um encontro realizado na sede da União…
O deputado federal Charles Fernandes (PSD), candidato à reeleição, foi recebido na manhã desta terça-feira (1º) pelo…
A Prefeitura de Guanambi sancionou e publicou em 25/8, no Diário Oficial do Município, a Lei Complementar nº 30/2026, que criou o Programa de Incentivo…
A noite desta quarta-feira (2) foi marcada por força política, união e novas alianças em torno da candidatura de Silva Neto a deputado estadual. Em…
A Câmara de Vereadores de Pindaí realizou, na terça-feira, 1º de setembro, mais uma sessão ordinária, com votação de matérias encaminhadas pelo Poder Executivo Municipal….
O prefeito de Pindaí, João Veiga, participou, em Salvador, de um encontro realizado na sede da União dos Municípios da Bahia (UPB) para discutir os…
O deputado federal Charles Fernandes (PSD), candidato à reeleição, foi recebido na manhã desta terça-feira (1º) pelo prefeito de Sebastião Laranjeiras, Dr. Pedro Malheiros, em…
Pioneira em seu segmento em Guanambi, empresa comandada por Beto Abade e pelo filho Patrick construiu uma trajetória de quase dez anos, ampliou sua atuação…
A inauguração da Sala Lilás do Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Guanambi contou, na manhã desta terça-feira (1º), com a presença de representantes da…
A Prefeitura de Guanambi, por meio das secretarias de Planejamento e de Infraestrutura, está com os trâmites adiantados para a realização das obras de cobertura…
A Prefeitura de Guanambi, através da Secretaria Municipal de Planejamento, realizará, no próximo dia 16 de setembro, às 9h, exclusivamente por meio eletrônico, um leilão…
Fazendo jus à transparência e ao cuidado com o dinheiro público aplicado com planejamento e austeridade, a Prefeitura de Urandi teve suas contas referentes ao…
O prefeito Galego agradeceu aos deputados Charles Fernandes, Vitor Bonfim e Ângelo Almeida pela importante parceria que vem trazendo resultados concretos para Guajeru, especialmente para…
O deputado federal Charles Fernandes (PSD) participou de um grande ato político em Guanambi que marcou a agenda da chapa majoritária na região, com a…
O prefeito de Pindaí, João Veiga, anunciou nesta quarta-feira (26) a assinatura da ordem de serviço para a pavimentação asfáltica do trecho que liga o…
A comunidade de Brejo de São José, em Riacho de Santana, receberá uma nova ambulância para reforçar o atendimento de saúde aos moradores da localidade…
Durante reunião com seu grupo político, na última segunda-feira (24), em Guanambi, a presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Ivana Bastos (PSD), apresentou Vitor Bonfim…