Mulher é presa após atear fogo em casa e tentar matar filha de 2 anos na zona rural de Iuiu
Na tarde deste domingo (27), por volta das 15h30, após receber informação que uma mulher de 22…
O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (13) a Medida Provisória (MP) 1.162/2023, que retoma o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. Aprovada na forma do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 14/2023 e relatada pelo senador Efraim Filho (União-PB), a MP segue agora para a sanção da Presidência da República.
Criado em 2009, o programa foi extinto em 2020, quando foi substituído pelo Casa Verde e Amarela, do governo de Jair Bolsonaro. Por meio da MP 1.162/2023, o Minha Casa, Minha Vida foi retomado no início deste ano. A MP foi aprovada na Câmara dos Deputados na semana passada e perderia a validade já nesta quinta-feira (15).
De acordo com o senador Efraim Filho, o Minha Casa, Minha Vida busca ampliar a oferta de moradias, modernizar o setor e fortalecer os agentes públicos e privados ligados ao programa. Para isso, segundo o senador, o programa pretende ofertar moradia para as classes menos privilegiadas, com construções sustentáveis que possam gerar empregos e reduzir as desigualdades sociais e regionais.
— Dar teto a uma família que não tem onde morar é importantíssimo e é a prioridade número 1 do programa. Estamos entregando ao país uma legislação moderna e inclusiva, preocupada com a sustentabilidade econômica e ambiental — declarou o relator.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, destacou o trabalho do relator e classificou a MP como “muito importante”. O presidente da comissão mista que analisou a MP, senador Eduardo Braga (MDB-AM), disse que há cerca de 6 milhões de famílias que poderão ser beneficiadas com o programa. Na visão do senador Jayme Campos (União-MT), o programa é importante por ser uma política socialmente justa, além de ajudar no crescimento econômico do país.
— O acesso à casa própria deve ser encarado como política de Estado. Essa é uma questão fundamental para a sociedade brasileira — pontuou o senador.
O senador Izalci Lucas (PSDB-DF) manifestou apoio à MP, mas reclamou do pouco tempo de análise da matéria. O senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) também elogiou o programa, mas pediu a atenção do governo com a qualidade das construções.
Rogério Carvalho (PT-SE) exaltou a iniciativa do programa, que tem, segundo ele, o mérito de privilegiar a população de baixa renda e também ajudar a pauta econômica.
— Essa MP é fundamental para a classe mais baixa ter moradia, o que é um sonho de todo brasileiro — afirmou.
Conforme a MP, são três faixas de renda de beneficiados. Nas áreas urbanas, a faixa 1 destina-se a famílias com renda bruta familiar mensal de até R$ 2.640; a faixa 2 vai até R$ 4,4 mil; e a faixa 3 até R$ 8 mil. Em áreas rurais, os valores são equivalentes, mas contados anualmente devido à sazonalidade do rendimento nessas áreas. Assim, a faixa 1 abrangerá famílias com até R$ 31.680,00 anuais; a faixa 2 vai até R$ 52.800,00; e a faixa 3, até R$ 96 mil. A atualização dos valores poderá ser feita por ato do Ministério das Cidades, pasta que coordenará o programa.
Além dos fundos habitacionais, poderão financiar o programa recursos vindos de operações de crédito de iniciativa da União firmadas com organismos multilaterais de crédito (Banco dos Brics, por exemplo). O Orçamento poderá também alocar subvenções para assegurar o equilíbrio econômico-financeiro das operações realizadas pelos bancos participantes ou para parcerias público-privadas.
Durante a tramitação da MP pelo Congresso Nacional, foram feitas algumas alterações no texto original, como a permissão para uso de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para projetos relacionados à Regularização Fundiária Urbana (Reurb), como vias de acesso, iluminação pública, saneamento básico e drenagem de águas pluviais.
Outra mudança, aprovada por meio de um destaque na Câmara dos Deputados, foi a reinclusão no texto de uma exigência, voltada às construtoras que atuam no programa, de contratação de seguro pós-obra para cobrir eventuais danos estruturais nas unidades. A comissão mista havia retirado essa exigência.
No Senado, porém, o senador Flávio Arns (PSB-PR) alertou que o seguro pode encarecer muito o preço da obra, além de se mostrar, na prática, pouco útil. Eduardo Braga lembrou que havia um acordo na comissão mista para que a previsão desse seguro fosse retirada. De acordo com o líder do governo, senador Jaques Wagner (PT-BA), depois do envio do texto ao Congresso, o governo reconheceu a “desnecessidade” do dispositivo. O líder chamou a atenção para o pouco tempo de validade da MP, somente até esta quarta (14), e informou o compromisso de que o Executivo vetará o item.
O Minha Casa, Minha Vida será custeado por várias fontes e, quando o dinheiro na operação envolver o Orçamento da União, recursos do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS), do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS) ou do Fundo de Arrendamento Social (FAR), haverá prioridade para:
Adicionalmente, conforme a linha de atendimento, deverão ser observadas outras prioridades sociais, como as estipuladas no Estatuto da Igualdade Racial (Lei 12.288, de 2010). Os entes federados participantes poderão incluir outros requisitos e critérios de modo a refletir situações de vulnerabilidade econômica e social locais, se autorizado pelo Ministério das Cidades.
Os contratos e registros dos imóveis no âmbito do programa serão feitos prioritariamente no nome da mulher e, se ela for “chefe de família”, poderão ser firmados mesmo sem a outorga do cônjuge, exigência geral previstas no Código Civil.
O texto aprovado inova também quanto às obras paradas, que deverão contar com 5% dos recursos dos fundos específicos de habitação e de emendas parlamentares, outra fonte de recursos incluída pela Câmara dos Deputados. Além da retomada de obras, os recursos vinculados poderão ser utilizados para obras de requalificação e em municípios de até 50 mil habitantes.
A MP proíbe a concessão de subvenção econômica ao beneficiário que tiver financiamento do FGTS; for proprietário ou promitente comprador ou titular de usufruto ou arrendamento de imóvel residencial, regular, com padrão mínimo de edificação e de habitabilidade e dotado de saneamento básico e energia elétrica, em qualquer parte do país; ou que tenha recebido, nos últimos dez anos, benefícios similares, exceto os destinados à compra de material de construção e o Crédito Instalação concedido pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
No entanto, poderá se beneficiar do programa se tiver propriedade de imóvel residencial, ainda que por herança ou doação, em fração ideal de até 40%; se tiver perdido o único imóvel em situação de emergência ou calamidade formalmente reconhecida; ou se fizer parte de reassentamento, remanejamento ou substituição de moradia em razão de obras públicas.
Outra novidade no texto é a volta do tributo federal unificado de 1% incidente sobre a receita mensal de empreendimentos de construção e incorporação de imóveis residenciais de interesse social. Essa redução valeu até dezembro de 2018 e abrange o IRPJ, a CSLL, a Cofins e o PIS/Pasep. O tributo normal é de 4% para empreendimentos fora de programas habitacionais.
No entanto, diferentemente da última regra, que limita o valor do imóvel a R$ 100 mil, o texto do relator não fixa limite de valor, exigindo apenas que o imóvel seja destinado a beneficiários enquadrados na faixa urbano 1 do programa (renda bruta familiar mensal até R$ 2.640,00). Aportes eventuais de estados e municípios na construção considerados como receitas pagarão tributos nesse mesmo percentual.
Com informações da Agência Câmara de Notícias
Fonte: Agência Senado
Na tarde deste domingo (27), por volta das 15h30, após receber informação que uma mulher de 22…
Em agenda organizada pelo Vereador Carlinhos, destacada liderança política emergente no município, Charles e Ivana se reuniram…
Foi cumprido na manhã desta segunda-feira, 28, um mandado de busca e apreensão na residência de um…
Nesta segunda-feira, 28 de março, a Secretária de Assistência Social, por meio do CRAS Zilda Arns, desenvolveu…
O Governo de Guajeru por meio do Departamento de Agricultura, realizou na manhã desta segunda-feira, 28 de…
A Prefeitura Municipal de Pindaí realizou, na manhã desta quarta-feira, 22 de julho, a entrega oficial de uma nova ambulância destinada ao atendimento da população…
A Prefeitura Municipal de Tanque Novo, por meio da Secretaria de Educação, segue avançando com o projeto do Novo CAEEM, Centro de Atendimento Educacional Especializado…
A Prefeitura de Jacaraci inaugurou, no último sábado, a Arena Society de Irundiara – Eládio Sousa Santos, um novo espaço esportivo que representa mais um…
O deputado federal Charles Fernandes teve seu nome confirmado pelo PSD para disputar a reeleição à Câmara dos Deputados nas eleições de 2026. A definição…
A prefeita de Iuiu, Valdinha, comemorou o início das obras de recuperação da BA-160, no trecho que liga a sede do município ao entroncamento. A…
A prefeita de Iuiu, Valdinha, entregou oficialmente uma ambulância 0 km que passará a reforçar a estrutura da saúde pública do município. O novo veículo…
A Prefeitura de Guanambi publicou em 13 de julho, a Lei nº 1.870, de 6 de julho de 2026, que altera as regras de fiscalização,…
A comunidade de Mandiroba se prepara para celebrar, no dia 25 de julho, a tradicional Festa de Senhora Sant’Ana. A programação promete reunir moradores, visitantes,…
Buscando aprimorar a prestação de serviços essenciais, porém não contínuos — anteriormente mantidos por meio de contratos temporários —, a administração municipal terceirizou da gestão…
A Prefeitura de Urandi segue realizando serviços de melhoria nas estradas vicinais do município. Desta vez, as comunidades do Sítio, Riacho do Mel e Pé…
Candiba já vive um clima de grande expectativa para a realização das comemorações pelos 64 anos de emancipação política do município. A programação acontecerá entre…
O deputado federal Charles Fernandes celebrou a aprovação, pelo Senado Federal, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 14/2021), que garante aposentadoria especial aos agentes…
A Prefeitura de Malhada segue investindo em obras de infraestrutura que impulsionam o desenvolvimento do município e proporcionam mais qualidade de vida à população. Na…
A Prefeitura de Sebastião Laranjeiras deu mais um passo na ampliação da infraestrutura esportiva do município. O prefeito Dr. Pedro Malheiros assinou a ordem de…
A valorização dos servidores públicos segue sendo uma das prioridades da gestão do prefeito Dr. Pedro Malheiros. Por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente,…
O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (13) a Medida Provisória (MP) 1.162/2023, que retoma o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. Aprovada na forma do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 14/2023 e relatada pelo senador Efraim Filho (União-PB), a MP segue agora para a sanção da Presidência da República.
Criado em 2009, o programa foi extinto em 2020, quando foi substituído pelo Casa Verde e Amarela, do governo de Jair Bolsonaro. Por meio da MP 1.162/2023, o Minha Casa, Minha Vida foi retomado no início deste ano. A MP foi aprovada na Câmara dos Deputados na semana passada e perderia a validade já nesta quinta-feira (15).
De acordo com o senador Efraim Filho, o Minha Casa, Minha Vida busca ampliar a oferta de moradias, modernizar o setor e fortalecer os agentes públicos e privados ligados ao programa. Para isso, segundo o senador, o programa pretende ofertar moradia para as classes menos privilegiadas, com construções sustentáveis que possam gerar empregos e reduzir as desigualdades sociais e regionais.
— Dar teto a uma família que não tem onde morar é importantíssimo e é a prioridade número 1 do programa. Estamos entregando ao país uma legislação moderna e inclusiva, preocupada com a sustentabilidade econômica e ambiental — declarou o relator.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, destacou o trabalho do relator e classificou a MP como “muito importante”. O presidente da comissão mista que analisou a MP, senador Eduardo Braga (MDB-AM), disse que há cerca de 6 milhões de famílias que poderão ser beneficiadas com o programa. Na visão do senador Jayme Campos (União-MT), o programa é importante por ser uma política socialmente justa, além de ajudar no crescimento econômico do país.
— O acesso à casa própria deve ser encarado como política de Estado. Essa é uma questão fundamental para a sociedade brasileira — pontuou o senador.
O senador Izalci Lucas (PSDB-DF) manifestou apoio à MP, mas reclamou do pouco tempo de análise da matéria. O senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) também elogiou o programa, mas pediu a atenção do governo com a qualidade das construções.
Rogério Carvalho (PT-SE) exaltou a iniciativa do programa, que tem, segundo ele, o mérito de privilegiar a população de baixa renda e também ajudar a pauta econômica.
— Essa MP é fundamental para a classe mais baixa ter moradia, o que é um sonho de todo brasileiro — afirmou.
Conforme a MP, são três faixas de renda de beneficiados. Nas áreas urbanas, a faixa 1 destina-se a famílias com renda bruta familiar mensal de até R$ 2.640; a faixa 2 vai até R$ 4,4 mil; e a faixa 3 até R$ 8 mil. Em áreas rurais, os valores são equivalentes, mas contados anualmente devido à sazonalidade do rendimento nessas áreas. Assim, a faixa 1 abrangerá famílias com até R$ 31.680,00 anuais; a faixa 2 vai até R$ 52.800,00; e a faixa 3, até R$ 96 mil. A atualização dos valores poderá ser feita por ato do Ministério das Cidades, pasta que coordenará o programa.
Além dos fundos habitacionais, poderão financiar o programa recursos vindos de operações de crédito de iniciativa da União firmadas com organismos multilaterais de crédito (Banco dos Brics, por exemplo). O Orçamento poderá também alocar subvenções para assegurar o equilíbrio econômico-financeiro das operações realizadas pelos bancos participantes ou para parcerias público-privadas.
Durante a tramitação da MP pelo Congresso Nacional, foram feitas algumas alterações no texto original, como a permissão para uso de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para projetos relacionados à Regularização Fundiária Urbana (Reurb), como vias de acesso, iluminação pública, saneamento básico e drenagem de águas pluviais.
Outra mudança, aprovada por meio de um destaque na Câmara dos Deputados, foi a reinclusão no texto de uma exigência, voltada às construtoras que atuam no programa, de contratação de seguro pós-obra para cobrir eventuais danos estruturais nas unidades. A comissão mista havia retirado essa exigência.
No Senado, porém, o senador Flávio Arns (PSB-PR) alertou que o seguro pode encarecer muito o preço da obra, além de se mostrar, na prática, pouco útil. Eduardo Braga lembrou que havia um acordo na comissão mista para que a previsão desse seguro fosse retirada. De acordo com o líder do governo, senador Jaques Wagner (PT-BA), depois do envio do texto ao Congresso, o governo reconheceu a “desnecessidade” do dispositivo. O líder chamou a atenção para o pouco tempo de validade da MP, somente até esta quarta (14), e informou o compromisso de que o Executivo vetará o item.
O Minha Casa, Minha Vida será custeado por várias fontes e, quando o dinheiro na operação envolver o Orçamento da União, recursos do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS), do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS) ou do Fundo de Arrendamento Social (FAR), haverá prioridade para:
Adicionalmente, conforme a linha de atendimento, deverão ser observadas outras prioridades sociais, como as estipuladas no Estatuto da Igualdade Racial (Lei 12.288, de 2010). Os entes federados participantes poderão incluir outros requisitos e critérios de modo a refletir situações de vulnerabilidade econômica e social locais, se autorizado pelo Ministério das Cidades.
Os contratos e registros dos imóveis no âmbito do programa serão feitos prioritariamente no nome da mulher e, se ela for “chefe de família”, poderão ser firmados mesmo sem a outorga do cônjuge, exigência geral previstas no Código Civil.
O texto aprovado inova também quanto às obras paradas, que deverão contar com 5% dos recursos dos fundos específicos de habitação e de emendas parlamentares, outra fonte de recursos incluída pela Câmara dos Deputados. Além da retomada de obras, os recursos vinculados poderão ser utilizados para obras de requalificação e em municípios de até 50 mil habitantes.
A MP proíbe a concessão de subvenção econômica ao beneficiário que tiver financiamento do FGTS; for proprietário ou promitente comprador ou titular de usufruto ou arrendamento de imóvel residencial, regular, com padrão mínimo de edificação e de habitabilidade e dotado de saneamento básico e energia elétrica, em qualquer parte do país; ou que tenha recebido, nos últimos dez anos, benefícios similares, exceto os destinados à compra de material de construção e o Crédito Instalação concedido pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
No entanto, poderá se beneficiar do programa se tiver propriedade de imóvel residencial, ainda que por herança ou doação, em fração ideal de até 40%; se tiver perdido o único imóvel em situação de emergência ou calamidade formalmente reconhecida; ou se fizer parte de reassentamento, remanejamento ou substituição de moradia em razão de obras públicas.
Outra novidade no texto é a volta do tributo federal unificado de 1% incidente sobre a receita mensal de empreendimentos de construção e incorporação de imóveis residenciais de interesse social. Essa redução valeu até dezembro de 2018 e abrange o IRPJ, a CSLL, a Cofins e o PIS/Pasep. O tributo normal é de 4% para empreendimentos fora de programas habitacionais.
No entanto, diferentemente da última regra, que limita o valor do imóvel a R$ 100 mil, o texto do relator não fixa limite de valor, exigindo apenas que o imóvel seja destinado a beneficiários enquadrados na faixa urbano 1 do programa (renda bruta familiar mensal até R$ 2.640,00). Aportes eventuais de estados e municípios na construção considerados como receitas pagarão tributos nesse mesmo percentual.
Com informações da Agência Câmara de Notícias
Fonte: Agência Senado
A Prefeitura Municipal de Pindaí realizou, na manhã desta quarta-feira, 22 de julho, a entrega oficial de…
A Prefeitura Municipal de Tanque Novo, por meio da Secretaria de Educação, segue avançando com o projeto…
A Prefeitura de Jacaraci inaugurou, no último sábado, a Arena Society de Irundiara – Eládio Sousa Santos,…
O deputado federal Charles Fernandes teve seu nome confirmado pelo PSD para disputar a reeleição à Câmara…
A prefeita de Iuiu, Valdinha, comemorou o início das obras de recuperação da BA-160, no trecho que…
A Prefeitura Municipal de Pindaí realizou, na manhã desta quarta-feira, 22 de julho, a entrega oficial de uma nova ambulância destinada ao atendimento da população…
A Prefeitura Municipal de Tanque Novo, por meio da Secretaria de Educação, segue avançando com o projeto do Novo CAEEM, Centro de Atendimento Educacional Especializado…
A Prefeitura de Jacaraci inaugurou, no último sábado, a Arena Society de Irundiara – Eládio Sousa Santos, um novo espaço esportivo que representa mais um…
O deputado federal Charles Fernandes teve seu nome confirmado pelo PSD para disputar a reeleição à Câmara dos Deputados nas eleições de 2026. A definição…
A prefeita de Iuiu, Valdinha, comemorou o início das obras de recuperação da BA-160, no trecho que liga a sede do município ao entroncamento. A…
A prefeita de Iuiu, Valdinha, entregou oficialmente uma ambulância 0 km que passará a reforçar a estrutura da saúde pública do município. O novo veículo…
A Prefeitura de Guanambi publicou em 13 de julho, a Lei nº 1.870, de 6 de julho de 2026, que altera as regras de fiscalização,…
A comunidade de Mandiroba se prepara para celebrar, no dia 25 de julho, a tradicional Festa de Senhora Sant’Ana. A programação promete reunir moradores, visitantes,…
Buscando aprimorar a prestação de serviços essenciais, porém não contínuos — anteriormente mantidos por meio de contratos temporários —, a administração municipal terceirizou da gestão…
A Prefeitura de Urandi segue realizando serviços de melhoria nas estradas vicinais do município. Desta vez, as comunidades do Sítio, Riacho do Mel e Pé…
Candiba já vive um clima de grande expectativa para a realização das comemorações pelos 64 anos de emancipação política do município. A programação acontecerá entre…
O deputado federal Charles Fernandes celebrou a aprovação, pelo Senado Federal, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 14/2021), que garante aposentadoria especial aos agentes…
A Prefeitura de Malhada segue investindo em obras de infraestrutura que impulsionam o desenvolvimento do município e proporcionam mais qualidade de vida à população. Na…
A Prefeitura de Sebastião Laranjeiras deu mais um passo na ampliação da infraestrutura esportiva do município. O prefeito Dr. Pedro Malheiros assinou a ordem de…
A valorização dos servidores públicos segue sendo uma das prioridades da gestão do prefeito Dr. Pedro Malheiros. Por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente,…